terça-feira, 8 de abril de 2014

Como se escala o Everest?

Com muita paciência! A subida rumo ao cume pode levar semanas, pois os alpinistas fazem escalas em vários trechos da montanha para se adaptar à altitude. E, além da paciência, também é preciso ter muita grana. Cada alpinista precisa desembolsar entre 40 mil e 60 mil dólares para escalar o Everest. Parte desse dinheiro fica com os governos da China e do Nepal, que cobram pedágios de até 10 mil dólares de cada pessoa que pretende chegar ao cume mais alto do mundo. Desde 1953, mais de 2 mil pessoas já conseguiram realizar essa façanha. E põe façanha nisso! O frio no alto da montanha pode chegar a 70 ºC negativos e o ar rarefeito deixa o corpo em pane: os músculos perdem força, o cérebro não soma 2 mais 2 e o pulmão corre o perigo de sofrer um edema. Mais de 200 pessoas já pagaram a aventura com a própria vida...

O céu é o limite Saiba como é a escalada pela rota sul, a mais usada!!!
 
10. Os alpinistas costumam iniciar o ataque ao cume à noite. Partindo do acampamento 4, eles levam 12 horas para subir até lá. É preciso estar no cume por volta do meio-dia para dar tempo de voltar ao acampamento 4 ainda de dia. Só dá para apreciar a vista por alguns minutos.....


9. A Cornice Traverse termina no Degrau de Hillary, uma escadaria vertical de 12 m, escalada com cordas. O trecho é tão estreito que só passa uma pessoa por vez. A falta de oxigênio e o cansaço fazem com que muitos desistam aqui, a 50 m do cume!

8. Para chegar ao cume, há ainda dois obstáculos. O primeiro é a Cornice Traverse. São só 120 m de caminhada, mas você segue numa trilha estreita, exposta ao vento e com abismo dos dois lados! Qualquer erro pode ser fatal!

7. O último acampamento é o 4, montado um pouco abaixo da chamada zona da morte. É que, a partir dos 8 mil m, o alpinista tem tempo contado para alcançar o cume e voltar à zona de segurança antes que seu corpo entre em colapso e ele morra

6. O desafio entre os acampamentos 3 e 4 são os paredões Yellow Band e Geneva Spur. São trechos em rochas sem gelo. Nesta área, os alpinistas também começam a sentir necessidade de usar tubos de oxigênio por causa da altitude acima dos 7 mil metros.

5. Devido à inclinação do Everest, quem escala pela rota sul desvia pelo Lhotse, a quarta maior montanha do mundo, no trecho entre os acampamentos 2 e 3. Mas o atalho não é fácil: trata-se de um paredão de gelo com inclinação de até 80 graus em alguns pontos!

4. No caminho até o acampamento 2, os alpinistas passam pelo vale glacial Western Cwm. É uma caminhada sem grandes desafios técnicos, mas a falta de vento e a exposição direta ao Sol levam os alpinistas ao desespero devido ao calor. Eles rezam para uma nuvem tapar o Sol...

3. Com cordas e escadas já montadas no caminho, o trajeto até o acampamento 1 dura seis horas. Aqui, a 6 100 m, os alpinistas passam mais uns dias se aclimatando à nova altitude. Nos demais acampamentos, sempre entre dois trechos difíceis da escalada, essa rotina se repete

2. Entre o acampamento-base e o acampamento 1 já há um primeiro grande desafio. O trecho chamado Cascata de Gelo Khumbu é um grande e instável labirinto de blocos de gelo, com fendas entre eles. Para atravessá-las, escadas são improvisadas como pontes

1. O acampamento-base, de onde saem as expedições, fica numa altitude de 5 400 m. Os alpinistas passam uns dez dias lá se habituando ao ar com 50% menos oxigênio que ao nível do mar. Nesses dias, eles treinam pequenas escaladas na região

Do topo ao túmulo Confira a evolução das escaladas bem-sucedidas e das mortes no Everest.
 
Período - 1922 - 1952
Sucesso - 0 pessoas
Mortes - 13 pessoas

Período - 1953 - 1960
Sucesso - 6 pessoas
Mortes - 0 pessoas

Período - 1960 - 1970
Sucesso - 18 pessoas
Mortes - 6 pessoas

Período - 1970 - 1980
Sucesso - 78 pessoas
Mortes - 28 pessoas

Período - 1980 - 1990
Sucesso - 183 pessoas
Mortes - 59 pessoas

Período - 1990 - 2000
Sucesso - 883 pessoas
Mortes - 59 pessoas

Período - 2000 - 2006
Sucesso - 1 081 pessoas
Mortes - 37 pessoas

Kit alpinista Botas duplas e até escada fazem parte do equipamento usado
 
Botas + grampões São usadas duas botas: uma de trekking e outra de tecido isotérmico por dentro. Os grampões são encaixados sob a bota nos trechos de neve dura ou gelo
Escadas
Servem para atravessar fendas. Dependendo do tamanho do desafio, podem ser amarradas umas às outras
Garrafas de oxigênio
Imprescindíveis acima dos 7 500 m, garantem que o corpo receba um nível ideal de oxigênio
Piolet (martelo)
É a principal ferramenta para escalada em montanhas geladas. Fixado com golpes firmes no gelo, sustenta o corpo do alpinista e serve para cavar
Cordas e grampos
As cordas salvam a vida no caso de queda, e os grampos fixam as cordas nas rochas ou no gelo

Checklist:

 TRONCO:
- Segunda pele/Base layer leve: US$30
- Segunda pele/Base layer Polartec®: US$45
- Jaqueta de Polartec® ou “fleece”: US$149
- Jaqueta de duvet (pluma de ganso): US$259
- Anorak impermeável: US$350

PERNAS
- Segunda pele/Base layer leve: US$28
- Segunda pele/Base layer Polartec®: US$40
- Calça de fleece ou Polartec®: US$75
- Calça impermeável*: US$95
- Polainas de neve: US$70
*Algumas optam por calça de snowboard ou modelos com suspensórios (salopetes), vai da preferência de cada um.

CABEÇA
- Balaclava: US$30
- Goggles de neve fator 4: US$115
- Oculos de neve fator 4: US$129
- Gorro de Polartec® ou similar: US$25
- Gorro/bandana do tipo Buff: US$15

Aqui fica uma opinião minha. Particularmente prefiro o conjunto balaclava+goggles por ser muito mais confortável e por proteger 100% do rosto e pescoço da radiação solar, caso prefira um conjunto mais leve e opte pelo óculos, considere o protetor solar (FPS 60!) o seu melhor amigo! A bandana tipo Buff também é muito versátil na cidade e na montanha, vale o investimento.
Obs: tenha sempre um óculos de Sol reserva!

PÉS
- Meias gossas de merino (Smartwool, Fox River, Lorpen) para alta montanha : US$35 o par.
- Meias intermediárias para trekking e aproximação: US$22 o par.
- Meias liner (base layer): US$10 o par.
- Bota de trekking impermeável (Asolo, Scarpa, Vasque, Salomon): US$235
- Bota dupla ou bota de couro para alta montanha (Asolo, Koflach, Scarpa, La Esportiva): US$390

MÃOS
- Par de luvas “liner” ou segunda pele: US$28
- Par de luvas Windstopper®, Polartec® ou fleece: US$52
- Par de luvas impermeáveis ou de Goretex®: US$90
- Par de luvas mitten, (shell) : US$115

A  lista é extensa, mas estas roupas podem ser adquiridas aos poucos e algumas até mesmo alugadas no país destino. Para algumas montanhas menos frias, e abaixo dos 6.000m podemos excluir ou ajustar alguns desses itens, mas convém consultar um especialista. Procure adquirir principalmente boas luvas, meias e calçados apropriados. As extremidades das mão e pés são as partes mais vulneráveis em baixas altitudes.

Agora que ja falamos de vestimentas, vamos aos custos de outros equipamentos essenciais:

EQUIPAMENTOS:
- Barraca pequena 4 estações: US$550
- Bastões de trekking (par): US$80
- Cadeirinha de escalada (harness): US$90
- Corda de escalada (60m): US$229
- Cordeletes (10 metros 6mm): US$10
- Canivete multiuso: US$39
- Capacete: US$72
- Comida liofilizada: indefinido
- Conjunto de costuras de escalada: US$94
- Crampons: US$149
- Estacas de neve (2 un.): US$48
- Fita expressa de escalada ou 2 metros de fita tubular. US$10
- Fogareiro MSR: US$149
- Freio ATC: US$30
- Headlamp: US$75
- Isolante térmico (eva/espuma): US$29
- Isolante térmico inflável: US$60
- Mochila Cargueira (70l): US$219
- Mochila de ataque (30l): US$120
- Mochila marinheira (100l): US$100
- Mosquetões sem trava (4un.): US$80
- Mosquetões com trava (2un.): US$60
- Panelas e talheres de camping: US$46
- Parafusos de gelo (jogo): US$160
- Porta Parafusos – US$30
- Piolet de marcha: US$180
- Proteções plásticas para ponta de piolet US$12
- Piolet técnico* (o par, caso necessário): US$560
- Saco de dormir de duvet: US$479

Enfim, estes são equipamentos essenciais. Ainda poderiamos inserir nessa lista diversos outros itens como equipamento de GPS, pilhas, silver tape, daisy-chain, primeiros-socorros, garrafa térmica,  hand warmers e outros mais. Como mencionei acima, cada montanha é única e em algumas delas o uso de crampons e piolets por exemplo é desnecessário. É preciso pesquisar bastante e se planejar antes de seguir viagem.
Outra possibilidade muito comum é contratar a estrutura de acampamento base com uma agência local, isso exclui a sua necessidade de providenciar utensílios de camping e alimentação por exemplo. Em algumas montanhas mais populares como o Aconcagua esta opção é viável, já em outras como o McKinley no Alasca, esta “terceirização” não é possível.

Para escalar o Everest por exemplo, um montanhista pode chegar a desembolsar valores entre US$50.000 (da forma mais básica possível) até US$120.000 (!) entre passagens, permissos, logística, sherpas e equipamentos.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Colchonete AUTOINFLÁVEL SMART da GUEPARDO


O COLCHONETE AUTO INFLÁVEL SMART da marca GUEPARDO tem como público alvo praticantes de atividades de natureza , trekking longos, travessias, camping de curta e longa duração  e viagens de mochilão.
A Guepardo que tem como objetivo, oferecer a opção ideal para quem deseja aliar praticidade e conforto a uma excelente relação custo x beneficio.
O COLCHONETE SMART foi extensamente testadao em diversas situações para que abrangesse diversas situações de uso para as quais foi projetado.
Foi usado em viagens  de escalada, trilhas e camping em dias quentes e em dias frios, sendo utilizado como objeto de necessidades básicas.

Foi utilizado em  trekkings e caminhadas de dificuldade variada em lugares como Serra da Aratanha, Serra de Ibiapaba e Praia de Jericoacoara.
O SMART foi testado em locais com níveis de dificuldade leve à moderada tanto em lugares junto à natureza quanto em ambiente urbano.
Durante alguns caminhadas e camping enfrentou chuvas fortes e se manteve sempre seco devido a sua bolsa de transporte.
Foi utilizado em sua maioria com calor intenso com alta umidade relativa do ar.
  
Vantagens:

  •     Fabricado em Poliéster tafetá 190T com revestimento em PVC  + espuma
  •     Possui válvula e botões laterais para junção de mais colchonetes
  •     Isolante térmico
  •     Acompanha sacola para transporte
  •     Alças de compressão
  •     Relação peso x volume
  •     Tamanho: 183 x 55 x 3 cm
  •      Peso: 1,200 kg
    Desvantagens:

    Não identificado até o momento.

    NOTAS (base 0 À 5)
    Qualidade de material : 5,0
    Acabamento : 5,0
    Design : 5,0
    Ergonomia : 5,0
    Relação Peso x volume : 5,0
    Relação custo x benefício : 4,0
    Nota final :4,83

CONCLUSÃO:

O COLCHONETE AUTO INFLÁVEL SMART da GUEPARDO após realizados os testes agradou muito e superou as expectativas.
Sendo uma colchonete projetado para dar conforto a mais no camping, apresenta adaptação e versatilidade a diferentes usos em atividades de natureza.
O design do colchonete mais estreito facilita o deslocamento em locais de mata fechada, ao não se projetar numa largura maior que a do torso do usuário.
Durante o transporte na mochila apresentou boa resistência à abrasão nos seus materiais, o que lhe garante boa longevidade.
O colchonete é indicado a todo tipo de usuários, sendo uma excelente opção para quem está planejando a compra de colchonete para viagens de fins de semana, travessias ou  camping.

Confira o MANUAL DE INSTRUÇÕES E GUIA TÉCNICO no link abaixo :

http://www.guepardo.net/web/uploads/produto/966a99e69947b69f1a36be740e18247f.pdf

domingo, 16 de março de 2014

Batões de caminhada da GUEPARDO

Um dos melhores investimentos em equipamento que fiz até hoje, com certeza foi comprar um par de bastões de caminhada da Guepardo, um equipamento leve e de grande utilidade nas trilhas e travessias, claro existem outros modelos e referencias #MEIDUZMATO a fora, Mais como o que eu uso e que atende muito bem minhas necessidades são os da GUEPARDO fica a indicação!
Você sabe:
Como utilizar um bastão de caminhadas, e por que optar pelo bastão de caminhadas?
Muita gente tem me perguntado qual a vantagem em utilizar o bastão de caminhadas. Muitos tem dúvidas se vale a pena ou não investir em um bastão para fazer uma caminhada longa ou mesmo um passeio mais curto em terreno plano ou acidentado.
Na verdade o bastão de caminhadas tem se tornado um equipamento obrigatório e indispensável para muitos que praticam longas caminhadas. E para quem ainda leva a mochila nas costas o bastão de caminhadas é um excelente equipamento.
Os bastões de caminhadas oferecem muitas vantagens ao caminhante:
  • Proporcionam melhor equilíbrio e rendimento durante a caminhada.
  • Diminuem o esforço nas subidas, reduzindo consideravelmente o stress nos joelhos e juntas.
  • Nas subidas o bastão transfere parte do esforço para os seus ombros, costas e braços, reduzindo o esforço  e a fadiga das pernas.
  • Ajudam a estabelecer um bom ritmo de caminhada.
  • Aumentam a segurança nos terrenos acidentados, cheios de pedras ou lisos demais. Em caso de torções no pé o bastão pode ser utilizado como apoio e pode livrar o caminhante de se ferir na caminhada.
  • Podem ser usados para verificar a estabilidade do terreno antes de  prosseguir e também para verificar a presença de cobras ou outros animais, dependendo do local onde esteja caminhando.
  • O uso do bastão de caminhadas, ao contrário do que parece, não diminui o gasto de energia pelo caminhante. Muitos especialistas garantem que de fato aumenta em até 20% este gasto, pois o caminhante é obrigado a movimentar todo o corpo, como braços e ombros.
  • São também muito recomendados principalmente para quem tem problemas nos joelhos ou tornozelos, em particular nas subidas e descidas de terrenos mais acidentados.  De acordo com estudos feitos sobre o assunto esta compressão pode ser reduzida em até 25%.
Tipos de bastões de caminhada
Ao escolher o bastão de caminhadas leve em conta as características de resistência dos materiais de fabricação e procure investir em um produto de boa qualidade, pois assim você poderá obter o máximo retorno de seu investimento.
Escolha sempre um par (2 peças), pois o rendimento será muito melhor ao utilizar dois bastões, um em cada mão.

Bastões Anti-choque
Este bastões possuem molas anti-choque em seu interior, proporcionando um amortecimento maior aos impactos. As molas podem também ser desativadas, por exemplo,  quando o caminhante estiver subindo um terreno. É mais recomendado para quem tem problemas de joelhos ou tornozelos.

Bastões Standard
Estes modelos não possuem as molas e por isto são mais leves e mais baratos. Podem ser encontrados bons modelos no mercado para satisfazer as necessidades de qualquer caminhante.
Bastões Retráteis
São bastões feitos em alumínio e que podem ser compactados em tamanho bem pequeno, para serem guardados. Funcionam com uma cordinha em seu interior que é puxada e tensionada para manter o bastão firme (O mesmo sistema das muletas retráteis). São muito leves e práticos, mas não podem ter o seu comprimento variado.

Tipos de material
Existem basicamente dois tipos de materiais mais utilizados para os bastões de caminhada:
Duralumínio: (Ou alumínio high-grade): É um material muito resistente e econômico. Os bastões feitos de duralumínio costumam  ser muito leves. Normalmente pesam aproximadamente 350 gramas. Uma das vantagens deste material é que o duralumínio pode até fletir diante de um stress muito elevado,  mas jamais se quebra completamente.


Fibra de Carbono: É um material muito leve e resistente e costuma pesar aproximadamente 310 gramas. São também modelos um pouco mais caros e muito indicados para situações mais extremas de caminhadas. Ao contrário dos modelos de duralumínio, os de fibra de carbono podem quebrar diante de situações de extrema tensão.


Grips
A grip é a extremidade onde o caminhante segura o bastão. Sempre possui uma alça de fixação para ser colocada em volta dos pulsos (Acolchoada). Sua função é a de dar melhor pegada e aliviar o stress nos pulsos, além de evitar que caiam acidentalmente da mão.


As grips podem ser de 3 tipos:

Cortiça: São muito confortáveis e aliviam muito o suor das mãos. Reduzem bastante as vibrações

Borracha: Absorvem bem ao choque e vibrações e permitem uma ótima pegada, especialmente quando se está subindo algum terreno. Por outro lado não fazem boa absorção do suor das mãos, mas os modelos modernos possuem ranhuras que minimizam este problema.

Espuma: É uma opção muito utilizada por ser um ótimo absorvente  do suor das mãos e muito macia ao tato.


Baskets e Ponteiras

As baskets: são os acessórios acoplados nas ponteiras para limitar a penetração das mesmas em diversos tipos de solo. Há modelos para terrenos moles, lama ou neve. É um acessório importante e normalmente acompanha o bastão na sua versão original.



As ponteiras: costumam ser de aço ou carbono e são importantes para uma boa penetração no terreno. Normalmente vem com protetores de borracha para as ponteiras, que protegem as mesmas durante o transporte. As proteções também evitam furar roupas ou outros objetos em sua bagagem quando o bastão não está em uso. Portanto lembre-se que a proteção de borracha tem somente estas funções e não deve ser mantida no bastão quando você estiver caminhando.



Ajustando os bastões de caminhadas

Os bastões de caminhadas podem ser ajustados em sua altura, aproximadamente entre 66 e 135 cm de altura. Normalmente os bastões trazem marcações na haste para facilitar o ajuste das mesmas: Para fazer o ajuste deve-se torcer a junta da haste e soltar a mesma, colocando então a altura desejada. Ao voltar a torcer no sentido inverso as emendas são fixadas  e deixam o bastão bem firme.

Subindo um terreno: Diminua o comprimento das hastes em alguns centímetros para aumentar a capacidade de alavancagem do bastão.

Descendo um terreno: Aumente o comprimento das hastes em alguns centímetros para ter melhor controle e equilíbrio.

No terreno plano: Para o ajuste normal do comprimento do bastão  o seu braço deve ficar na horizontal quando o bastão estiver em sua mão e apoiado no chão.

Em terrenos inclinados: O bastão mais abaixo deve ser mais longo e o bastão que fica acima deve ser mais curto (Ou a pegada deve ser mais para baixo da grip).

Conclusões

Investir em um par de bastões de caminhadas poderá lhe trazer mais prazer, mas acima de tudo lhe proporcionar mais segurança e menos esforço ao caminhar. É um equipamento essencial para quem costuma fazer longas caminhadas em terrenos acidentados.

Se você estiver carregando uma mochila nas costas os bastões serão bons companheiros para aliviar o peso e evitar o stress. E para quem tem algum problema de joelhos ou tornozelo o bastão é sem dúvidas um ótimo amigo.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Barracas

Então, você achava que acampar era só comprar uma barraca, uma mochila, um saco de dormir e sair pra acampar?

Enfim...
Existem no mercado atualmente vários tipos e modelos de barracas,  que vão das mais baratas e de fácil aquisição até as mais top´s, com preços bem elevados como todos sabemos, Barracas vendidas em lojas que não são especializadas em atividades Outdoor são  muito "fraquinhas" quando se trata de coluna d'água e quando se olha pelas arestas de dentro pra fora, já é possível ver os furinhos da costura, pensando num jeito de como você que adquiriu uma nestas condições resolvi escrever algo pois nem tudo está PERDIDO!

Faça você mesmo o reparo de vazamentos nas costuras da sua barraca.

Os tecidos de toldos de lona e barracas são projetados para conter a água, desde que a sua superfície não seja tocada ou rasgada. Infelizmente, o ato de costurar uma tenda cria esse tipo de espaço na superfície. Os fabricantes vedam as costuras das barracas quando elas são confeccionadas, mas, eventualmente, muitas delas se desgastam, causando vazamentos em horas indesejadas. Verifique as costuras da barraca e toldo regularmente e repare-as quando encontrar algum vazamento. Fazendo isso, você evitará um banho de chuva no acampamento de final de semana.

Vede as costuras da barraca para evitar uma experiência encharcada no acampamento

Instruções

    1- Monte a barraca no quintal ou em um parque em um dia ensolarado. Coloque-a em algum lugar que seja possível deixá-la sozinha por pelo menos 24 horas sem removê-la.

    2- Abra o tubo do selador de costura e esprema-o até que o selador comece a sair por sua ponta. Entre na barraca.

    3- Passe o selador de costura ao longo da costura que liga a parte de baixo da tenda com as paredes. Arraste na costura como se estivesse colorindo-a com um marcador. Vede o topo da costura ao redor da borda da barraca, em seguida, dê uma volta novamente e passe sob as dobras na costura.

    4- Vá para fora da barraca e use o selador sobre as costuras dos cantos que se conectam à estrutura da amarração. Cobra-as totalmente, usando uma quantidade generosa do selador.

    5- Suba em uma escada posta ao lado da barraca para obter um acesso mais fácil ao seu teto. Passe o selador por cima e por baixo das dobras de todas as costuras. Inclua todos os cantos e espaços onde a estrutura se encaixa.

    6- Aguarde 24 horas até que o selador seque. Teste a vedação após esse tempo molhando a barraca com uma mangueira. Deixa-a secar novamente, então guarde-a até as próximas férias.

Ou simplesmente pesquise muito sobre o assunto e compre uma que atenda suas necessidades com um bom custo/beneficio.

Nossa indicação são as barracas:

BARRACA TÉCNICA EVEREST - 1P

- Material 190T poliéster high quality
- Coluna d' água de 2000 mm
- Material interno em poliéster respirável
- Piso em polietileno de alta resistência (antifungo)
- Varetas em fibra de vidro
- Ideal para situações extremas de vento e chuva
- Acompanha bolsa Guepardo para transporte
- Cor: Laranja
- Tamanho: 260 x 140 x 100 cm
- Peso: 2,3kg


ou para quem vai de carro até bem próximo a area de camping a:

 

BARRACA APOLO - 4P

REF: BB0400 - Em poliéster 190T high quality
- Capacidade: 4 pessoas
- Coluna d' água de 1500 mm
- Costura Selada seam tape
- Duas entradas
- Material interno em poliéster 190T respirável
- Piso em polietileno de alta densidade (antifungo)
- Estrutura em varetas de fibra de vidro
- Esticadores laterais de sobreteto
- Acompanha bolsa Guepardo para transporte
- Cor: Amarela
- Medidas: 160 cm + 240 cm + 60 cm x 275 cm x 130 cm
- Peso: 4,6 kg 


terça-feira, 11 de março de 2014

Canivete com APITO GUEPARDO

Um item nunca/pouco lembrado ou comentado em blogs ou site que visitei, não encontrei informações e dicas sobre uso de apitos em trilhas ou atividades OutDoor em geral.
Sempre estamos indo um pouco além na mata do que foi conseguido na trilha anterior, chegou a hora de levar um apito para qualquer eventualidade. Aliás, se vai onde não conhece, não custa nada levar um apito né? Especialmente se você, como eu, gosta de lugares onde a civilização não chega.
Uma dica muito interessante e útil é sobre o uso do apito em trilhas e locais ermos, onde o trilheiro gosta de se aventurar que é no meiduzmato, e para não passar por apuros ou alguns perrengues é sempre bom ter um consigo.
Para quem não conhece ou não usa segue algumas dicas.
Em caso de estar perdido, para ajudar as equipes de resgate na sua localização, deve-se apitar 3 vezes, e enquanto não obtiver resposta do resgate, continue sempre apitando 3 vezes.
Se a equipe de resgate ouvir seu sinal de socorro vai responder apitando 2 (duas) vezes, e tão logo você escute, você responde apitando 2 (duas) vezes também, para sinalizar que escutou.
Se você parar de escutar a equipe de resgate, volte a apitar 3 vezes.
O pedido de socorro com 3 (três) silvos do apito é uma convenção internacional de resgaste, é a maneira correta de se pedir S.O.S como no código Morse, e na ausência do apito, você pode bater em troncos. Com uma lanterna você deve sinalizar como no código Morse.
Por usarmos e ser um item muito bacana e de grande utilidade/funcionalidade, nossa indicação aqui vai para o canivete survival da GUEPARDO, destinado àquelas pessoas que procuram por um equipamento multifuncional para situações de emergência. A lâmina em aço inox é resistente e conta com uma serra ao final, tornando o conjunto mais versátil. Este canivete possui uma pequena lanterna de 20 lúmens e uma pederneira, que são objetos para serem utilizados quando seus equipamentos principais falham. Uma das extremidades do cabo possui um apito para sinalizar sua posição em caso de se perder no mato. O sistema de trava é o linner-lock, sendo que o cabo também possui um clip com passador de cinto.

Canivete Survival Multi Função Guepardo, com Led e Pedra Faísca - CA0800


DIMENSÕES DO PRODUTO:

Largura: 5,00 cm
Altura:   4,00 cm
Profundidade: 21,00 cm
Peso:      126,00 g

DESCRIÇÃO DO PRODUTO

- Corpo em ABS;
- Lâmina em aço 440 inoxidável;
- Mini lanterna em LED;
- Fire Maker (pedra faísca) – para fazer fogo;
- Cordão em nylon;
- Com apito de emergência;
- Clip passador;
- Trava de segurança manual;
- Peso: 0,126 kg;

Lembrando que é sempre bom, mesmo em percursos urbanos, deixar avisado por onde  e para onde você vai . Assim fica mais fácil de te acharem em caso de emergência.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Travessia da Aratanha

Há algum tempo atrás vinha planejando fazer a subida da Serra da Aratanha-CE, por uma trilha desconhecida, não tradicional como a tão conhecida e manjada subida pelas Andréias(Balneário localizado no inicio da serra da Aratanha, ponto de referencia para quem sobe ao Boaçú pela Pacatuba -CE).
Marquei com varias pessoas e nunca dava certo por algum motivo, Foi então que falei sobre esse projeto com outro doido vulgo Pedro Martins, e de cara aceitou o desafio e desbravar o outro lado da serra e se embrenhar no "MEIDUZMATO"
Na sexta marcamos o dia seguinte pra se embrenhar no desconhecido e explorar a região, sábado nublado chove não chove estávamos lá partindo do ponto de encontro destino a Maranguape - CE local de onde começaríamos o nosso trajeto.

Estradas em boas condições, chegamos no inicio da trilha que nos levaria até então ao desconhecido.
No inicio um subida muito íngreme já dava as boas vindas e mostrava o que ainda tínhamos pela frente, sebo nas canelas e seguimos em frente.
Em algumas passagens encontrávamos alguns moradores na trilha e tirávamos as nossas dúvidas, se estávamos no caminho certo, se aquela trilha nos levaria até o Boaçú que era o nosso maior objetivo, e tínhamos a confirmação nas respostas de seguir em frente, depois do alto puxado vira a direita, tem um portão fora da extrema(dialetos...ris).
No caminho vários portões e placas indicavam entrada proibida área particular e levar um tiro era o q não queríamos(hahahahaha), A estrada seguindo reto dava em um portão de uma propriedade particular, já havíamos passado da entrada do portão fora da extrema mais ficamos na dúvida e resolvemos seguir um pouco mais a frente, foi aí que nos deparamos com o final da estrada, portão fechado com uma placa "Espírito Santo" indicava o fim da estrada.
E aí entra ou não entra para ver se acaba ali ou se continua, Pedro resolveu entrar e eu fiquei esperando ele na entrada, Foi então que comecei a ouvir o barulho de um carro se aproximando, uma Hilux surge na curva... Agora f@d$# era o dono do sitio e o Pedro lá dentro das terras do cara procurando o caminho para o boaçú(hahahahaha).
O carro para em frente ao portão e aparece o Pedro, respiração ofegante cumprimenta o Sr. e vai logo se desculpando por ter entrado na propriedade, assustado de inicio mais tranquilizando-se depois aos poucos, imagina aí você chegando em casa, logo depois da curva se depara com um estranho na frente de sua casa e outro elemento saindo de dentro, ainda bem que ele não tava armado(kkkkkkkkk). O Sr. muito respondeu dizendo que a entrada para o boaçú estava mais abaixo, e era justamente no portão que passamos direto e estava a esquerda de quem estava descendo.
Ao lado do portão uma casa abandonada e um portão com cadeado, mais uma vez Pedro foi conferir o local e encontra o Sr. Francisco ou Chiquim o guardião das chaves, Um cabra muito receptivo que autorizou nossa entrada e liberou para que pudéssemos continuar, explicou também o porque dos portões nas propriedades e o bloqueio na trilha, Finais de semana muita gente estava subindo para o boaçú usando aquela rota de moto o que agredia bastante a estrada nas épocas chuvosas, ficando impossível o acesso e passagem dos animais.
Permissão concedida pelo Chiquim aos 736 M.S.N.M, continuamos a caminha rumo ao boaçú que era o nosso objetivo. Sabíamos que estavamos próximo ao cume da Arantanha, mais não fazíamos ideia que estaríamos tão perto, eis que mais uma bifurcação aparece no caminho, fui conferir se levaria para mais uma propriedade ou para o boaçú, Pedro ficou esperando minha confirmação, Segui um pouco mais e dou de cara com uma área aberta descampada e pedras e que era o CUME DA SERRA DA ARANTANHA, aviso Pedro que chega pra conferir, verificamos no GPS a altitude que já fazíamos ideia que estaria entre os 760 M.S.N.M e mais uma surpresa o CUME está a 776,400 M.S.N.M Latitude -03 58' 21,67710'' Longitude -38 38' 31,31546''....É CUUUUUUMMEEEEEEEE! IUUUUURRUUUUUUUU!!


Depois de algumas fotos para registro e do devido descanço, voltamos a trilha, descendo um pouco seguimos para a esquerda o que nos levaria até o boaçú, no meio da trilha um casal de biólogos estudava a fauna local, com uma maquina que não sei o nome(...rs),e suas câmeras com lentes gigantescas, No silencio da trilha ouvia-se apenas o canto dos pássaros que a máquina emitia, eis que aparece o Pedro cumprimentando o casal com um bom dia em ALTO e bom tom...rs, Putz espantou os pássaros...kkkk
Mais a frente outro portão dividia o acesso para o boaçú, atravessamos e depois de um bom descanso acompanhado de um mergulho gelaaado chega o caseiro responsável pelo local e com sua voz nasal diz "Ei negada leva a mal não , mais é qui num é permitido ficar aqui desse lado naum óh", Ei boneco nós sabemos e estamos vindo do outro lado da serra, o Sr. Francisco "Chiquin"autorizou nossa entrada, já acertamos com ele.
Boneco caseiro la do boaçú cobra atualmente R$ 2,50 para quem vai apenas em um bate-volta ao boaçú, e R$ 3,00 para quem vai passar o FDS acampado(valor cobrado por cabeça) em ambas situações, é uma forma de conseguir uma graninha e aceitável desde que continue preservando o local.

Depois de um bom e gelado mergulho nas aguas do boaçú, um lanche e de quebra o CUME é hora de voltar pra casa.

Agora só resta programar outras travessias e o ataque a outros cumes!!!

Segue algumas fotos da trilha:














terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sinais que indicam que é preciso renovar seu equipamento

A maioria dos aventureiros acaba se apegando aos itens favoritos, que com o passar dos anos se tornam grandes companheiros. Mas, em um certo momento, é importante renovar seus equipamentos. Confira abaixo alguns sinais de que está na hora de aposentar seu “xodó”:

MOCHILAS – se alguma costura anda frouxa ou um zíper está emperrado, manda-se no sapateiro, ou na costureira; se há um furinho no tecido, cole um patch (com a bandeira dos países que você já visitou ou com a do Brasil ou outro que você preferir) além de ‘consertar’ dá um up no visual do produto.
Agora se o problema for no quadro da mochila, é bom substituí-la. Um bom quadro de mochila é flexível, leve e ao mesmo tempo forte, mas devido ao uso natural,acomodação durante as viagens ou como guardamos a mochila, eles podem ficar ‘dobrados’ e com isso virar um grande incômodo.

SACO DE DORMIR – se você notou que seu saco de dormir já não aquece mais como antigamente, pode ser a hora da substituição. Isso pode ter ocorrido pela maneira como você o tem guardado. Os sacos de dormir devem ficar “livres” após cada viagem, ou seja, não devem ficar nas suas embalagens de compressão.

BARRACA – os sinais que indicam necessidade de troca da barraca são os mais óbvios. Com relação aos furos sempre se tenta dar um jeitinho, cobrindo-os por exemplo, com ‘silver tape’; mas um ponto que pode dar muita dor de cabeça são as costuras. Observe se elas estão abertas. Por elas pode ocorrer infiltração quando chover.
É importante também verificar as condições das varetas e elásticos internos, com o tempo eles podem se desgastar e talvez seja hora de adquirir um novo conjunto de varetas.
Adaptado de: Guepardo