segunda-feira, 28 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Tratando uma Queimadura de Urtiga

A Urtiga é uma planta herbácea de floração perene, nativa da Europa, Ásia, norte da África e América do Norte. Seus pêlos queimam! Este artigo irá ensinar você a como tratar. A planta tem muitos pêlos urticantes ocos chamados tricomas em suas folhas e caules que contém três substâncias químicas: um histamínico que irrita a pele, acetilcolina que causa uma sensação de ardência e serotonina. Quando sua pele encosta diretamente na planta, você fica a área vermelha e dolorida. Porque a substância urticante é ácida por natureza, pode ser tratada usando substâncias básicas.

Passos:

  1. Distancie-se da urtiga e vá para uma área próxima para evitar ser pego novamente.

  2. Limpe qualquer lama ou sujeira na área infectada usando um pano ou toalha limpos embebidos em água limpa e fria. Aplique o pano na queimadura levemente. Não esfregue com força ou você vai piorar a irritação.

     
  3. Aplique gel ou polpa de babosa à queimadura. A babosa é uma anti-inflamatório eficaz e você deve sentir algum alívio imediato.

     
  4. Faça uma mistura de bicarbonato de sódio e água. Usando um pano limpo, aplique um pouco da pasta à queimadura.

     
  5.  Se você não tem bicarbonato de sódio, você pode usar vinagre como substituto. Detergente, ou sabonete líquido ou sabão é uma outra boa alternativa, já que o sabão é básico em pH, como o bicarbonato de potássio e o peróxido. 
  6. Deixe que a área tratada seque ao ar livre, tomando cuidado para não expô-la a outras substâncias ou superfícies..


Removendo os Pêlos

Se você ver pêlos na sua pele, você deve usar uma fita adesiva para removê-los.
  1. Coloque a fita adesiva na área afetada e então remova-a.

    • A maioria dos pêlos urticantes serão removidos da sua pele.
  2. Outra opção é adicionar peróxido de hidrogênio a uma bola de algodão após colocar a fita. Isso deve aliviar um pouco a dor.


Método da Planta

  1. Limpe a área como especificado no método padrão.

     
  2. Procure por uma planta chamada Sorrel. Essa planta geralmente cresce no mesmo tipo de solo que a urtiga. Ela tem folhas grandes e um caule grosso.

     
  3. Tire uma folha com caule.

     
  4. Passe a folha na área afetada e você deve sentir um alívio dentro de meia hora. Se não sentir, repita o processo.


Método da Lama

  1. Limpe a área afetada como especificado no método padrão.

     
  2. Coloque um pouco de água no chão, o suficiente para criar lama e aplique a lama no local afetado.

     
  3. Espere que a lama seque e remova-a, com sorte, removendo também os pêlos urticantes da planta.

    • A lama do leito do rio também é boa, já que é geralmente fria e isso ajuda a diminuir a sensação de queimação enquanto a lama seca.
     
  4. Se ainda sobrarem pêlos urticantes na sua pele, repita os passos.

     
  5. Assim que o tratamento com a lama tiver sido terminado, use água para limpar a área afetada novamente.

Dicas:
  • Trate a área afetada o mais rápido suficiente. A coceira e a dor ficarão piores quanto mais você esperar.
  • Cuspir na área pode apenas remover a dor em uma emergência. Esfregue o cuspe com um pedaço de pano, se disponível. Não toque a área afetada com a sua boca!
  • Além disso, uma boa forma de aliviar a sensação urticante é urinar na área afetada. Tome cuidado com este método. Pode parecer estranho, mas funciona.
  • Você pode tentar colocar fita adesiva nos pêlos urticantes em cima da saliva.
  • Tente evitar tocar na área afetada, já que você pode acabar transmitindo os pêlos urticantes para o resto do seu corpo.
Fonte: wikiHow

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Dois potiguares mochilando BRASIL X PERU via Acre

Segue o relato/diário de viagem de Franklin e sua companheira Gercimália mochilando Brasil x Perua via Acre partindo de Natal-RN, vale a pena conferir o relato, relaxa e curte a viagem!!!

Primeiro dia de viagem: depois de uma noite de pouco sono, tudo devido eu (Franklin) ter deixado para última hora a arrumação da mala, acordamos às 4:30 da matina e fomos ao aeroporto. Pegamos o voo das 7:00 com destino a Brasília, cheio de assessores e políticos, não sei porque, mas acho que segunda e terça o congresso não funciona. Pois bem, saímos de Brasília com destino a Rio Branco (AC), chegamos e já percebemos a diferença no fuso (1 hora a menos), muito verde, lógico estamos no meio da floresta, quente que parece Mossoró (RN). Agora é descansar e amanhã botar o pé na estrada para a primeira parte da viagem ao Peru.
Diário de viagem, segundo dia: Resolvemos ficar hoje em Rio Branco, pois o ônibus que sairia direto para Cusco estava lotado, logo fomos à rodoviária e pegamos as informações para irmos amanhã no falado modo "pinga-pinga": Brasiléia - Assis Brasil - Inãpari - Puerto Maldonado.
Então aproveitamos o dia para fazermos um City Tour pela cidade, o centro é muito bonito, muitas praças arborizadas, e praticamente todos os órgãos públicos ficam no mesmo quarteirão. Há um terminal de ônibus central, onde todas as linhas que cortam a cidade passam por lá. Agora aeroporto, rodoviária e shopping ficam todos fora da cidade. Curiosidade: São Paulo é conhecida como a cidade cinza, devido a quantidade de prédios e a poluição. Rio Branco deveria se conhecida como a cidade vermelha, pois como estamos no meio da floresta a terra predominante aqui é vermelha, então as calçadas, ruas, asfalto, coletivos, em tudo você vê a predominância da terra, é como se a areia fosse levada pelo vento dentro da cidade.
Amanhã é acordar cedo e irmos rumo à fronteira do Brasil, conhecer o interior do Acre e chegarmos ao interior do Peru.
Diário de viagem terceiro dia: Saímos de Rio Branco (AC) às 8:00 da manhã com destino a Brasiléia (AC), lá trocamos de carro e fomos a Assis Brasil (AC), lá paramos na fronteira, carimbamos os passaportes (para os países do mercosul não é necessário o passaporte, pode ser o RG, porém deve ter sido tirado nos últimos 10 anos), após carimbado o taxista nos deixou em um restaurante self service (Giral Grill) de comida boa, barata, e com uma grata surpresa, havia um músico (professor de música) que estava tocando teclado com um vasto repertório que ia desde Queen até Europe e etc., ou seja, música de alta qualidade.
Após almoçarmos pegamos um condução (aqueles carrinhos tuc tuc) que nos levou até a Aduana Peruana (para entrar temos que preencher um mini formulário), de lá fomos deixado na Plaza de Armas (é a praça central de todas as cidades Peruanas), lá pegamos uma outra condução (uma vã um pouco velhinha) até Puerto Maldonado. A curiosidade fica por parte do motorista que lá pelo meio da viagem, quando todos estavam dormindo (menos eu), começou a dar umas piscadelas (leves cochilos), nessa hora nem precisa dizer né que fiquei com aquilo trancado ao extremo (rs), para ver se ele acordava comecei a assoviar, mas ele só despertou mesmo quando começou a tocar no rádio o atual sucesso da música brasileira É o Amor de Zezé e Luciano, que por falar nisso atualizei meu repertório nessa viagem, raça negra, João Paulo e Daniel, Zezé e Luciano e etc. (rs). Mas graças a Deus chegamos bem em Puerto Maldonado, agora é dormir, acordar cedo e subir as montanhas rumo a Cusco.

P.S.: Sandro Mackenzie valeu por toda consultoria nessa empreitada, e para ficarem sabendo o real tá desmoralizado mesmo, cotação 1 real compra 1,05 soles. 1 dólar compra 2,75 soles, ou seja quem vier é melhor trazer dólar.
Diário de viagem quarto dia: Saímos de Puerto Maldonado às 10:00 com destino a Cusco, por já ter visto o relato de outras pessoas separei uns comprimidos de Dramin (sabia que iria precisar). A viagem é de 500 km, logo recomendo a empresa para quem vier (Movil Tour), ótimas poltronas no primeiro andar e em baixo Camas semi-leito, que deitam para a pessoa relaxar, tem serviço de bordo com uma “rodomoça” (não sei como se chama a “aeromoça” do ônibus (rs)), pois bem música peruana (desde pop até rock) e o ápice do serviço: CINCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO filmes de piranhas (não aquelas da augusta em SP (rs)). Piranhas I, O ataque das piranhas, Piranhas não sei o que e não sei o que lá... Overdose de piranhas.
Pois bem, depois de algumas horas de viagem e piranhas, começamos subir as montanhas, aí vem a dica: quem vier de ônibus para Cusco, venha pela manhã, não tem como descrever, é de arrepiar. Agora é lógico que subir as montanhas tem seus problemas: frio pra burro, mas não um frio que estamos acostumados, é geladooooooooooooo. Segundo, não é todo mundo que tem problemas com o mal de altitude, mas pode sim passar mal nos primeiros momentos, ou até no primeiro dia, mas calma o corpo irá se adaptar. Terceiro, acontece que a viagem é longa, logo anoitece e ainda estamos subindo, aí veio o macete do Dramin, praticamente somente eu e a pequena não vomitamos, foi uma festa no ônibus.
Chegamos em Cusco, acontece que a cidade estava cheia e hotel, pousada que é bom, lotado, fiquei totalmente impaciente, se não fosse a pequena eu teria tido um treco. Depois de procurar encontramos um, nos instalamos, banho tomado, fomos para a rua. GELOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, pessoal tragam roupa de frio, aqui a noite o negócio aperta feio. Voltamos para o Hostel e capotamos.


Diário de viagem quinto dia: Acordamos, decidimos, com mais calma, procurar um novo hostel, mais barato e acessível, encontramos, nos instalamos e fomos resolver algumas coisas: fechar os pacotes para Machu Picchu e para Puno, encontramos algumas agências, fizemos as devidas pesquisas e chegamos a conclusão de qual escolher. Blz, tudo resolvido, fomos sacar dinheiro, para não mexermos no que já estava conosco. Aconteceu o seguinte, não podíamos sacar, simplesmente não reconhecia o Banco do Brasil, ou seja dinheiro contado e não poderíamos ir para os dois passeios, deveríamos escolher somente um, retornando para o Brasil em seguida. A pequena se revoltou e foi atrás da solução, telefone em mão, notebook aberto e pesquisamos. Encontramos a resposta do problema, o Brasil simplesmente por achar o Peru um país de risco para clonagem de cartão, impossibilita o saque alto, ou seja, no Peru só se pode fazer vários saques pequenos, ou ir a um banco com o passaporte, pagar uma taxa e sacar. Resolvido o problema fomos curtir a cidade de Cusco.
Fomos ao Mercado de São Pedro, muito legal, é a sulanca (feira de rua) maior, e passeamos por diversos pontos turísticos, todos muito bonitos, é de arrepiar o quanto Cusco é linda, já tinha ouvido de uma pessoa que não podemos morrer e não visitar Cusco, e tinha razão, façam uma força quem puder, visitem, vale a pena. Quem gosta de festa, pubs e etc, tem. Quem gosta de história é só o que não falta, quem gosta de natureza, estará no lugar certo. Pois bem, demos muita sorte, pois escolhemos setembro por motivos de baixa temporada, não chove nesse período, mas simplesmente no dia 08 de setembro é que é comemorado dia da Virgem de La Natividad, a padroeira dos pobres. A cidade lotou, de gente do mundo todo, e houve desfiles, comemorações, uma coisa mais linda que outra, muita cultura. Pois bem, esse foi o dia de hoje, um dia para nos fazer sorrir.


Diário de viagem sexto dia: Acordamos e saímos para resolver algumas coisas, o principal era fechar o pacote para Machu Picchu. Fomos em uma agência que já havíamos visitado, negociamos os valores e surpresa, em Cusco não há necessidade de fechar os pacotes (hospedagens e etc.) antecipadamente, com paciência consegue-se descontos e preços bons, pois a variedade de tudo é grande, hospedagem, alimentação e etc. Agora quando se trata de visita a Machu Picchu não, com mais antecedência os valores serão melhores, mais tarde preço mais caro, então a surpresa foi o aumento dos pacotes em 13,43 % em um dia, infelizmente não havia o que fazer e fechamos o pacote.
Fechado o pacote resolvemos fazer um tour pela cidade, dessa vez pegamos um ônibus de turistas, aqueles tipo de Londres, saímos às 12:00 h. Conselho: levem casaco caso façam um passeio desse, pois ele passa pela cidade de Cusco (área central) até arredores, na parte alta da cidade, quando falo alta é tipo, área central de Cusco está 3.400 m acima do nível do mar, a parte alta quase uns 4.000 m (rs). Visitamos e vimos a cidade de cima, fomos ao local que eles celebram o Festival do Sol, celebração milenar.
Hoje vendo as igrejas e monumentos históricos refleti sobre o quanto é bonita a cidade, mas que muitas das construções foram feitas em cima de matança da população Inca, uma vez que Cusco era a capital do império Inca (um dos maiores impérios antigos conhecido), e com a chegada dos espanhóis ao continente houve praticamente genocídio da população. Logo com o poder dos espanhóis muita da arquitetura local foi mudada, lógico que esse fato não tira a beleza das construções (imponentes), mas que deixa um pouco suja a história isso sim.
Amanhã iremos sim ao nosso objetivo inicial, MACHU PICCHU.
Diário de viagem sétimo dia: acordamos cedo para embarcarmos para Águas Calientes (município de Machu Picchu), depois de tomado um belo café da manhã fomos encontrar o agente de viagem, que demorou, mas apareceu na hora combinada. Levou-nos até o ponto onde a van saiu, acreditávamos que iríamos de ônibus, pois o agente havia dito que iríamos de executivo até Ollantaytambo, vai ver que executivo é a van deles, ou fomos enrolados. Começamos bem.
A van era uma torre de babel, gente do mundo todo, Franceses, Ingleses, Brasileiros e um personagem que marcou essa parte da viagem, um sujeito figuraça que estava com um filhote de labrador, e gostava de trocar uma maior ideia. Eu e a pequena trocamos um breve papo com “o figura” e com seu mascote (o cachorrinho). O cara o tempo todo cantava todas as canções que estava a tocar no rádio, e quando a música acabava ela do fundão da van gritava: “Papito cadê La musica?”. Mas nessa parte da viagem teve sim um emoção particular, ao sair de Cusco pegamos a estrada para Machu Picchu, estrada essa que passa próximo dos Andes peruanos, visão linda que faz pensar como somos pequenos perto de um mundo tão lindo e que quase nunca paramos para ver.
Uma hora e meia de viagem e chegamos a Ollantaytambo, conselho aos meus amigos que curtem pipa, essa cidade é show, muito aconchegante, lembra Pipa, Olinda e outras cidades no mesmo naipe. Vale a pena se vier ao Peru ficar alguns dias na cidade de Ollantaytambo.
Pegamos o trem e fomos para Águas Calientes, é tipo a cidade base para Machu Picchu, onde se encontra a prefeitura. Aqui vale um asterisco no relato: "Sandro Mackenzie, não fizemos a trilha, mas acho que um dia voltarei para fazer. Ter um visual com as montanhas, a neve, os rios que descem as montanhas e cortam todo o caminho, não tem como pagar”. Voltando ao relato, a cidade de Águas Calientes é muito aconchegante, bem pequena, mas com uma energia incrível. Por onde anda na cidade é só olhar para cima e ver que ela se encontra no centro de montanhas de uns 3000 metros que a protegem de tudo, por isso o local foi bem escolhido pelos Incas. Aproveitamos o dia para andar pela cidade a aproveitá-la o máximo. Amanhã é subir a
Machu Picchu e retornar a Cusco para planejar a segunda parte da viagem.
P.S.: Minha pequena está pedindo para falar de como está impressionada com os TOBYS (nome que ela dá para todo cachorrinho que ela encontra, aí está a foto de um deles: TOBY I), eles estão por todas as cidades, e ninguém os maltrata, ao contrário a população peruana tem muito respeito pelos animais.

Dário de viagem oitavo dia: acordamos, tomamos café e saímos para o local de saída dos Ônibus (para a subida à cidade perdida de Machu Picchu). Existem duas maneiras de subir de Águas Calientes para Machu Picchu, a pé por trilha e de ônibus. Como estávamos com o tempo contado e deveríamos estar de volta à estação ferroviária à 14h, escolhemos a primeira opção, subir de ônibus. A subida é rápida, e o visual belíssimo, saindo de Águas Calientes só se ver as montanhas, que para quem gosta de escalar já é um prato cheio, imaginasse diversas possibilidades, vias e etc., mas acredito que seja proibido por ser patrimônio mundial, sem falar que a rocha é cheia de vegetação. Pois bem, voltando para a subida, ao tempo que vai subindo vão tomando formas as coisas, e o que parecia ser apenas as montanhas que circundam Águas Calientes mostra ser muito mais. A cidade de Machu Picchu, a montanha que está localizada Huayna Picchu e a própria montanha de Machu Picchu que é bem maior que as outras duas.
Chegando lá na porta de entrada há diversas pessoas e diversos guias abordando, aqui vale alguns lembretes: Se quem for para Machu Picchu for por agência pode ficar tranquilo, pois terá tudo em mãos, entradas, guia, passagens e etc. Agora quem for por conta própria façam alguns contatos antes, tipo, comprar as entradas em Cusco ou em Águas Calientes, o número é restrito a 2.500 visitantes por dia. Com relação a guia é opcional, vale a pena por saber a história da população Inca e do santuário de Machu Picchu. E com relação a Huayana Picchu aí sim, tem que comprar com um mês de antecedência as entradas, pois é restrita à 200 pessoas por dia.
O santuário é incrível e para quem gosta de história (tal qual essa pessoa que vos escreve) é um prato cheio, apesar de algumas coisas que o guia diz parecer mais para turista ver, a história dos Incas é incrível, como foi que o governo peruano soube da cidade de Machu Picchu, e as disputas que até hoje tem com a Universidade de Yale que tem milhares de objetos pertencentes aos Incas e que não devolveu ao governo Peruano (acordo de estudar e depois devolver). No santuário tudo tem um por que, e para a época o conhecimento dos Incas era hiperavançado, conhecimento esse que é usado até hoje, tipo as drenagens do solo para fazer escoar as águas das chuvas.
Foram duas horas com o guia, depois ficamos livres para andar, tirar fotos, sentar e observar Machu Picchu. Descemos, almoçamos, pegamos o trem e chegamos a Cusco, e para a alegria dos dois, a cidade estava lotada, pois estava havendo a largada do campeonato peruano de Rally, ou seja, trânsito infernal, povo na rua, pilotos sendo fotografados e eu e a pequena no meio da fusaca querendo chegar na pousada (rs), mas foi divertido.
Com relação a Machu Picchu era nosso objetivo inicial, agora é pensar hoje e planejar o próximo passo, mas deixo aqui uma nota para os amigos que pensam um dia vir aqui e gostam de aventura: façam um planejamento e se der façam o percurso da trilha inca, são cinco dias e quatro noites (400 km acho) até o santuário de Machu Picchu, pelo que eu soube passa por locais lindíssimos e quando chega em Machu Picchu é recompensador.
Diário de viagem nono dia: Por fim terminamos a primeira parte da viagem, sentamos para planejarmos a segunda parte, ocorreu que depois de analisarmos todos os pontos, dinheiro, tempo, e atrações que poderia ter, chegamos à conclusão de ficarmos em Cusco.
Por que isso, simplesmente que ir a Puno demandaria mais tempo de viagem (deslocamento), o que tornaria a viagem de volta mais cansativa, pois como o pessoal da escalada sabe, a subida até o cume é apenas a metade do caminho. Pois bem, com a decisão de ficarmos em Cusco, fomos atrás do que fazer. Conseguimos marcar uma visita ao vale sagrado dos Incas, que vai de Pisac até Ollantaytambo. Como a visita hoje não entrará no relato, mas amanhã postarei sobre.
Hoje falarei um pouco dos locais aqui em Cusco. Café da manhã para quem quer economizar pode deve tomar na própria pousada (se a mesma oferecer), mas quem estiver disposto a pagar pelo café, com boa música, boa comida e bom ambiente, indico o La Bondiet, agora vale salientar que não é aquele café da manhã tradicional que estamos acostumados no Brasil (coisa que ainda não encontrei aqui).
Para o almoço ou janta um local agradável, central e de bom atendimento indico a Tratoria do Adriano, os pratos são bastante fartos, os valores são em média parecidos com o do Brasil, ou seja não são baratos, mas também não são extremamente caros. Uma ideia é fazer como eu a pequena estamos fazendo, pedimos um prato único e dividimos por dois, já que são bastante fartos.
Um local legal para visitar é o mercado de São Pedro, dá para ir a pé da Plaza Del Armas, lá se consegue comprar artesanato mais barato e de boa qualidade, agora prepare-se para pechinchar, caso contrario os preços irão ser exorbitantes, já que a cidade é cheia de turistas europeus e os peruanos sabem disso.
Outro local bom é o museu do chocolate, tem uma breve história sobre os benefícios do chocolate, além, claro, de ter uma lojinha com variados tipos de chocolates. Mas uma coisa legal para fazer-se no museu é que três vezes ao dia você pode ter uma breve aula de como preparar chocolate e fazer o seu próprio.
E para finalizar, o museu Inca, incrível tudo que tem lá, principalmente a parte relacionada ao povo Inca, desde artefatos de guerra, cozinha, religioso. Fotos antigas, e múmias reais encontradas.
Esse foi um pouco dos nossos dias em Cusco, agora é passear hoje, arrumar a mala e retornar ao Brasil.
Nota P.S. da Pequena: vale a pena andar e pesquisar os preços para comprar as boas e velhas lembranças. Há vários pequenos centros de artesanato por toda a Av. Del sol e, os preços e as possibilidades de negociação variam bastante.
Nota P.S. 2 da pequena: andamos por 2 hotéis até nos estabelecermos em nosso lar temporário (hostal margarita). O primeiro, de luxo, cobrou caro e em dólar,mas era o que tinha para aquela noite em que chegamos morrendo de frio. O segundo, não recomendo nem ao pior inimigo. Frio como a moléstia, barulhento (piso de madeira), cama péssima que me deu uma dor muscular torácica que me deixou quase sem respirar e a recepção que não fazia questão nenhuma de nos entender.
Nota P.S. 3 da pequena: não esperem um café da manhã como o do Brasil. O café se resume a pão (às vezes duro) margarina (se luxo, manteiga), geleia e cháfé (se luxo dão leite) e tudo frio ou prestes a esfriar em um segundo.

Diário de viagem décimo dia: saímos logo cedo para o passeio ao Vale Sagrado dos Incas, não sabíamos o que esperar, ainda mais por que acreditávamos que para superar Machu Picchu seria difícil, erramos. Inicialmente saímos de Cusco em direção à cidade de Pisac, a cidade que desde antigamente é a principal produtora de prata do país, infelizmente os comerciantes acham que só tem prata aqui no Peru, então um anel que no Brasil custaria R$ 30,00, aqui custa S 80,00 (vale revisar a cotação do real em relação ao nuevo soles: R$ 1,00 = S 1,10).
Passamos em média quinze minutos neste local e fomos ao sítio histórico de Pisac. Aí sim, o passeio começou a ficar bom, pois Pisac foi durante muito tempo a principal cidade do império Inca e, uma curiosidade, nas ruínas de Pisac está localizado o maior cemitério Inca.
As ruínas de Pisac estão localizadas a 3.800 metros de altitude, logo o frio é muito grande! Mas, a surpresa não foi o frio, foi a “sorte” que tivemos de chover granizo enquanto estávamos lá.
Saímos de Pisac e passamos por Urubamba, onde almoçamos (até que enfim comemos arroz com feijão) e fomos para Ollantaytambo, visitar as ruínas de seu antigo império. Durante todo o trajeto dá para se deliciar com as belas paisagens.
E para terminar, fizemos uma breve (e congelante) parada em Chincheros. Fomos recepcionados por artesãs locais que nos contaram, de forma divertida, a arte de tear, nos ofereceram chá de coca (que ainda não tivemos coragem de experimentar) e nos brindaram com muita simpatia.
Uma coisa é certa, para quem vier ao Peru com o intuito de ir só a Machu Picchu, procure fazer o tour do vale sagrado, pois se impressionará muito mais. E, uma coisa bacana, é que há possibilidade de unir os dois passeios. Algumas pessoas compraram o tour do vale sagrado aproveitaram até Ollantaytambo (penúltima parada) e de lá pegaram o trem para Águas Calientes.
— com Gercimália Dantas.

Diário de viagem Décimo primeiro dia: Bem, esse é o último relato, uma vez que chegamos hoje de volta a Rio Branco (AC). Começamos a escrever esse diário simplesmente para ter uma maneira de entrar em contato com nossa família, mandando notícias, uma vez que para ligar do Peru seria bem inviável. Então, gostaríamos de agradecer aos nossos amigos que estiveram um pouco presentes conosco através desse relato, aos nossos familiares que nos acompanharam por aqui e passaram notícias aos nossos pais, pois os mesmos não têm muita intimidade com tecnologia. Gostaríamos de agradecer ao Sandro Mackenzie por ter sido nosso consultor desde o início do planejamento da viagem, a tia Cremilda (tia da pequena) que nos abrigou em Rio Branco (AC) e a Deus que esteve presente sempre conosco nessa empreitada.
Até agora escrevemos juntos os textos (Franklin e Pequena), agora dividiremos para cada um escrever o que quiser, mas em 1+1 sem juros. Hoje Eu (Franklin) e amanhã ela (Pequena):
Para mim a viagem foi uma grande superação, primeiro para mostrar que não devemos ter medo do desconhecido, pois muitas vezes o medo está no nosso interior, e cabe a nós combatê-lo. Segundo, serviu para tirar um pouco daquele “pré-conceito” de que nós brasileiros somos melhores em relação ao Peru. Nós temos muito que aprender com os peruanos, em diversos quesitos. Eles nos dão aula no que se diz repeito à limpeza, na qual por menor que seja a cidade, não se vê lixo jogado no chão, ainda que não haja lixeiras nas ruas nem se veja campanhas educativas obre esse assunto na Tv, pois eles têm consciência de preservação. Outra coisa é no quesito educação escolar, ou seja, as escolas públicas são totalmente estruturadas, que seja em uma cidade grande (como Cuzco), que seja em uma pequena (tal como Urubamba). Amei conhecer essa região, a cultura, ter contato com o povo e aprender muito com eles. Sim, o Peru tem muitos problemas, mas jamais será uma nação inferior ao Brasil.
Obrigado a Pequena que me aturou, acalmou, acompanhou nos risos, nos choros e na alegria de vivermos essa experiência juntos.

Que todas as energias positivas nos acompanhem sempre!









terça-feira, 28 de maio de 2013

Outdoor Gear Ratings: IPX4 impermeável, e IPX7 IPX8

 
CLASSIFICAÇÃO DE EQUiPOS PARA USO AO AR LIVRE 

Faróis de mão,lanternas de cabeça, receptores GPS, tem as suas classificações à prova d'água em todos os lugares. O método mais popular para descrever a impermeabilidade do equipamento é o sistema de classificação Código IP (International Protection).
Para a proteção da água, seja de chuva, chuva torrencial, submersão em um córrego ou molhando no mar, o sistema de código IP oferece um seguro, testado em laboratório com a descrição da capacidade do equipamento para o trabalho quando molhado.
Mais frequentemente as avaliações mais comuns são IPx4, IPX7 e IPX8. Para os compradores que tem suas duvidas na hora da compra, são respostas comuns.
Rain on a leaf
Estas classificações enquadram-se como:
IPX4: Respingo resistente O equipamento foi salpicada de todos os ângulos por pelo menos 5 minutos a pressão de 80-100 kN / m ^ 2 de água.. Basicamente, este pode lidar com sendo choveu, mas se você deixá-lo cair em um riacho ou no mar, há uma boa chance de o seu equipamento não  trabalhar por um tempo, ou nunca.
IPX7:. Submersível Esta engrenagem pode ser imersa durante até 30 minutos, a uma profundidade de até 1 metro. O que significa que ele deve lidar com qualquer chuva ou neve, e deve sobreviver cair em um rio ou riacho raso. NOTA: Esta avaliação não garante a flutuabilidade, por isso, se o seu equipamento vai para um mergulho, pode afundar em seguida, um metro e ao aumento da pressão da água pode causar um vazamento e danificá-lo.
IPX8:. Submersível Este equipamento pode lidar com mais profunda e prolongada submersão. A profundidade eo tempo será especificado pelo fabricante com base em testes de produtos. Frequentemente IPX8 é usada para descrever dois metros de submersão durante um período de 30 minutos. NOTA: Esta avaliação também não garante a flutuabilidade.
Se for necessária proteção, imersão ou se a proteção inicial é suficiente dependerá principalmente do meio ambiente. Na minha opinião a escolha de engrenagem com uma classificação à prova d'água superior tem suas desvantagens, pois ao perder um farol que caiu em um córrego pode ser muito frustrante por falta de flutuabilidade.
Para aqueles que procuram um simples IPX4 nominal do farol, a PrimeLite DP da Primus é uma ótima escolha.
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Jericoacoara-Ce-Brasil

Pedra Furada de Jeri
Jericoacoara é um Parque Nacional localizado a 300 km a oeste de Fortaleza. Reúne um conjunto de belezas naturais de diferentes biomas criando um lugar único. Em 1994 o jornal americano “Washinton Post” a escolheu como uma das dez mais belas praias do mundo. A vila não possui postes de iluminação para preservar a iluminação proveniente da lua e das estrelas, as ruas são de areia e não existe estrada de acesso nos últimos 15 km, portanto é necessário veiculo 4x4 para chegar.
vila de Jericoacoara

Informações Turísticas: Jeri é um lugar fora do comum comparado com o mundo moderno das grandes cidades, com tempos corridos, engarrafamentos e filas... As ruas são cobertas de areia e as praias extendem-se por quilômetros sem interferências visuais... Tudo tem um toque mais lento e mais descontraído. Até cerca de 20 anos atrás, Jeri era apenas uma simples vila de pescadores isolada do mundo, visitada somente por viajantes aventureiros. Não havia estradas, eletricidade, telefone, televisão, jornais e pouco se usava dinheiro. O comércio era feito através de troca de produtos, como peixe por arroz, e assim por diante. Mas todo isso não quer dizer que você vai ter que se privar do conforto e luxo. Quase tudo que desejar, você pode ter em Jeri; desde massagens a jantares deliciosos, de bares tranqüilos a casas com música ao vivo, além de excelentes Hotéis em jericoacoara para todos os gostos. A cidade ficou famosa por ser uma das praias mais belas e longas do mundo, cercada por dunas e lagoas de água doce – levando pessoas de todo o mundo a suas margens. Em 1984, uma lei federel declarou Jericoacoara área de proteção ambiental e em 2002 a área alcançõu o status máximo de em termos de proteção ambiental, sendo nomeada Parque Nacional. Devido às restrições à construção e leis de proteção ambiental, Jericoacoara tem crescido de uma forma positiva. Empresários enganjados em proteger a beleza e a simplicidade de Jeri, criaram pousadas pequenas e aconchegantes que oferecem charme e sofisticação sem grandiosidade ou extravagâncias.

Jericoacoara é considerada uma das praias mais exuberantes do planeta, então, preocupações devem ser deixadas de lado, dando importância primeiramente ao que a natureza criou durante muitos anos para seu bel-prazer. Não há dúvida que a beleza de Jeri é muito diversa, não é por acaso que os passeios de buggy e quadriciclos são os mais procurados pelo turista. Lagoas imersas entre enormes dunas, praias virgens, esculturas naturais nas rochas do Serrote rodeiam esta mágica vila. Lembre-se Jericoacoara é um Parque Nacional onde a ecologia tem um significado muito valioso entre os moradores.
Ruas de Jeri
Através dos anos a vila tem se adequado às exigências de quem visita Jeri, a estrutura turística é uma das mais importantes do estado do Ceará, conta com mais de 90 pousadas e hotéis além de uma gastronomia internacional com mais de 40 restaurantes de especialidades diversas: italiana, francesa, regional entre outras. Outro destaque importante de Jericoacoara é o esporte, escolas de windsurf, kitesurf, capoeira, sandboard, vem sendo um dos atrativos mais importantes da região. As características geográficas de Jeri e Preá proporcionam todo o necessário para a aprendizagem como assim também prática e competência destas modalidades. Campeonatos de windsurf e kitesurf são periodicamente organizados em Jericoacoara pelas melhores organizações do Brasil e do mundo. Um dos ícones mais importantes de Jeri é a pedra furada, formação rochosa esculpida pelo mar por milhares de anos. O interessante da Pedra Furada é também o caminho que leva você até lá e a energia que paira no ar. Para os mais místicos o lugar tem uma energia diferente dos demais locais. Para garantir a preservação do local, O parque Nacional de Jericoacoara ganhou 400 hectares de terra, totalizando 8.850ha, incluindo, assim, o manguezal do Rio Guriú, reducto dos cavalos marinhos, além de algumas dunas fixas e tabuleiros cobertos por vegetação nativa. A conservação do local é o que faz de Jericoacoara um lugar exclusivo. Jericoacoara fica a 313km de Fortaleza, com acesso pelas BR's 222 e 402, passando pelas CE's 085, 422, 354, 402 e 179. Tatajuba também é um ponto obrigatório localizado a 72 km da vila.

MAPA DE JERI:

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Check-List

Para que todos possam ter uma idéia, para os que vão algum dia partir em um mochilão pela América do Sul, segue nosso check-list base. Quem sabe ele possa ser referência para você.

PÉS

Quant.  Descrição

1           Par de botas confortáveis (Trekking)
4           Pares de meias de lã grossa exteriores (ou polipropileno)
3           Pares de meias de seda fina internos (ou polipropileno)
2           Pares de meias de algodão (para aproximação ao acampamento base)
1           Bota Neoprene / Sandália ou Crocks
1           Crampons (com sistema “step-in” de encaixe (c/12 pontos e flexíveis)
1           Botas Plásticas (ou botas duplas)
1           Polainas (proteção contra neve)

PERNAS

Quant.  Descrição

2           Calças confortáveis, finas e/ou sintéticas (trekking)
2           Calças segunda pele (under)
1           Calça impermeável e respirável (tipo Gore-Tex)
1           Calça com fleece (preferência com zíper)
2           Bermudas (sugestão – opcional)

TRONCO

Quant.  Descrição

2           Camisas térmicas (segunda pele) tipo baselayer
1           Blusa de fleece (tipo polartec 100, 200 ou similar)
1           Jaqueta da fleece (ou similar)
1           Jaqueta para até -30 graus (anorak 3×1)
1           Jaqueta corta vento e impermeável com capuz
4           Camisetas e Camisas casuais (algodão) (uso em Mendoza e trekking inicial)

CABEÇA

Quant.  Descrição

1           Boné ou Chapéu
2           Gorro (lã ou fleece)
2           Balaclava leve (tipo segunda pele)
1           Óculos de Ski (proteção contra snow blind)
1           Óculos de sol (com proteção UV e proteção lateral e nariz)

MÃOS

Quant.  Descrição

2           Pares de 1a camada térmica (segunda pele)
1           Par de luvas térmicas para os dedos (fleece)
1           Par luva térmica (cobre 4 dedos e polegar separadamente)
1           Par de luvas impermeáveis (tipo Gore-Tex)

MOCHILAS

Quant.  Descrição

1           Mochila cargueira confortável (mínimo 75L)
1           Mochila diária/ataque (até 45L – para aprox. ao campo base)
1           Bolsa grande e resistente (guardar todo material – transporte mulas)

DORMIR

Quant.  Descrição

1           Saco de dormir para -30 graus (ou menos)
1           Colchonete com isolante (themarest ou similar – p/ todo o corpo)
1           Isolante térmico (isola e protege o colchonete)

EQUIPAMENTOS – Diversos

Quant.  Descrição

1           Lanterna de cabeça (c/ baterias sobressalentes)
1           Par de bastões de caminhada (ajustáveis)
1           Capacete de escalada
1           Protetor solar (corpo e lábios / fator 35 ou superior)
2           Garrafas de água 1 LITRO (Nalgene – Com isolante térmico)
1           Garrafa térmica aço inoxidável (500ml ou 1 litro)
6           Aquecedores químicos (para regiões de frio extremo)
1           Sist. Hidratação – Camelback (para trekking de aprox. ao campo base)

Utensílios pessoais (pratos, copo, talheres)

Kit de higiene pessoal (toalha, escova dentes, sabonete, lenço humidecido e outros)

OPCIONAIS

Quant.  Descrição

1           Livro, Ipod, Jogos ou qualquer outro objeto de distração
1           Câmera fotográficas ou vídeo (com baterias e memórias EXTRAS)
2           Protetor auricular (para noites com muito vento)
1           PINICO (Garrafa para urinar – Útil para campos de altitude)
6           Calça ou sunga de banho (para piscina do hotel)
1           Canivete (embale bem objetos pontiagudos)
1           Relógio, Bússola e/ou Altímetro

Pilhas RESERVAS

1           Diário de Viagem (para anotações gerais)
Sacos para (lixo, roupas secas (estanque) e roupas sujas)
1           Travesseiro (para saco de dormir)
1           Purificador de água (clorin)
 
Medicamentos pessoais (prevenção geral e controle efeitos altitude)
Alimentos pequenos (bolachas, doces e outros)
Alimentos Energéticos (carbon gel, barra cereal, proteína)

Enfim!! vamos nos aproximando da grande expedição, do grande projeto!! Graças ao apoio de nossos familiares e amigos, das pessoas que acreditavam na ideia e aos nossos parceiros.

Meiduzmato tem o apoio das seguintes empresas:

DEUTER, DONATOS ESPORTE E LAZER,TREKKING BRASIL e GUEPARDO.

Acompanhe o MDM pelo facebook: https://www.facebook.com/pages/meiduzmato/101019326693062

ESTAMOS JUNTOS!

Mantenha a caminhada, SEMPRE!!

Grande Abraço!!