sábado, 11 de outubro de 2014

Café expresso para campistas?!


Isso mesmo,já existe uma máquina de café expresso portátil!
Com diâmetros muito pequenos,  que se assemelham a uma garrafa térmica pequena, a marca Wacaco desenvolveu sua Minispresso.
O equipamento produz uma xícara de café expresso pronto para beber.
Com visual e design elegantes, tem como o público alvo aqueles que procuram uma solução rápida e prática para a degustação de uma dose de cafeína a qualquer hora do dia, ou em um acampamento.
Com peso de 360 gramas e capacidade para seus 18 cm de altura já vem com a xícara incorporada.
A “Minispresso” está em pré-venda por US$ 39,00.
Para mais detalhes : http://www.wacaco.com/ 
 

Montanhas da America do Sul

Aconcágua 6.962
O monte Aconcágua - Sentinela de Pedra - tem 6 962 metros de altitude, e é simultaneamente o ponto mais alto das Américas, de todo o Hemisfério Sul e o mais alto fora da Ásia. Fica localizado nos Andes argentinos, a cerca de 112 km da cidade de Mendoza. Está localizado no Parque Provincial Aconcágua, cuja entrada fica próxima ao povoado de Puente del Inca.
Possui três vias de acesso: a normal, o Glaciar dos Polacos e a Parede Sul. A mais frequentada é a rota normal ou noroeste, que apresenta menos obstáculos técnicos - mesmo assim, não é recomendada para aventureiros não climatizados ou não experientes. As outras duas requerem escalada em gelo e rocha. A sua silhueta árida, os cumes gelados, o deserto de um lado e o oceano do outro mostram a magnitude e a magia da natureza.

Ojos del Salado 6.893
O Ojos del Salado é um estratovulcão com 6.893 metros de altitude, considerado o mais alto vulcão do mundo. É também a segunda mais alta montanha da América do Sul. Está localizado numa região bastante selvagem e muito pouco explorada da fronteira entre Argentina e Chile. Esta localizado 600 km a norte do Aconcágua, ponto mais alto dos Andes. Uma região de clima desértico. Faz parte do Círculo de fogo do Pacífico. O cume do Ojos del Salado foi atingido pela primeira vez em 26 de Fevereiro de 1937, por Jan Alfred Szczepański e Justyn Wojsznis, ambos naturais da Polónia. Para chegar ao acampamento base da montanha, é necessário o uso de veículos com tração nas quatro rodas (4x4), pois o terreno é bastante irregular e não há infraestrutura na região.

Monte Pissis 6.795
O Monte Pissis é um pico localizado na Argentina. Situado na Cordilheira dos Andes ele possui 6,795 metros de altitude e é o terceiro ponto mais alto do continente americano.
Devido à sua localização no Deserto do Atacama, a montanha é extremamente seca, apenas retendo neve no cume e no Inverno. Alta e remota, não é de muito difícil escalada sob o ponto de vista técnico, embora longa e extenuante.







Cerro Bonete 6.759
É uma montanha da cordilheira dos Andes, situada na Argentina. É a quarta mais alta do continente americano, depois do Aconcágua, Ojos del Salado e Monte Pissis.








Tupungato 6.750
Que significa na língua indígena Huarpe "janela de estrelas" é um vulcão do Chile, na cordilheira dos Andes, que constitui uma das montanhas mais altas de toda a cordilheira e também da América do Sul. Fica localizado na fronteira entre o Chile e a província argentina de Mendoza, a cerca de 168 quilómetros a oeste de Santiago. No seu lado Sul situa-se o vulcão Tupungatito, também a Sul, a seis milhas, situa-se o Aconcágua. O Tupungato é um vulcão ativo, mas não entra em erupção nem se registam emissões de cinza desde de 1986.
Quer o Tupungato quer o Tupungatito ficam dentro do Parque Provincial Tupungato, uma reserva natural de 110.000 hectares de extensão, que visa proteger a fauna (águias, condores, guanacos e lebres) e a flora existentes. No parque corre ainda o rio Tupungato que tem origem nos glaciares que descem do grande vulcão. As primeiras pessoas a escalar o Tupungato foram Matthias Zurbriggen e Stuart Vines, em Abril de 1897, três meses depois de o primeiro ter escalado o Aconcágua (o pico mais alto da América do Sul), que se situa 80 quilómetros mais a Norte. A subida do Tupungato é um desafio sério para um alpinista que procure ganhar experiência em altitude, embora tecnicamente simples, mas tão duro quanto o Aconcágua.



Mercedario 6.770
É um monte localizado na Argentina. Situado na Cordilheira dos Andes a 100km a norte do Aconcágua, possui altitude desconhecida, sendo estimada pela missão SRTM em 6.720 m. A altitude precisa é ignorada, mas o valor muito divulgado de 6.770 m parece exagerado.






Huascarán 6.768
O Huascarán ou Nevado Huascarán é uma montanha da Cordilheira Branca, parte dos Andes peruanos. Com 6.768 m, o mais meridional de seus picos é o mais alto do Peru. O pico é formado pelos remanescentes erodidos de um estratovulcão ainda mais elevado que a montanha que hoje existe.

Em 31 de Maio de 1970 o Terremoto de Ancash causou o colapso de grande parte da face norte da montanha, desprendendo uma massa de gelo e rocha de 1,5 km de comprimento, 1 km de largura e 800 m de profundidade. Em apenas cinco minutos o deslize atingiu a cidade de Yungay, soterrando-a quase completamente, matando cerca de 17.000 de seus habitantes e poupando apenas 400. Ao mesmo tempo um grupo de alpinistas da República Checa desapareceu sem deixar vestígios. O Huascarán está tombado dentro de um parque nacional do mesmo nome e é a montanha mais alta de toda a zona tropical da Terra.

Llullaillaco 6.739
É um estratovulcão localizado na fronteira entre Argentina e Chile. Situado na Cordilheira dos Andes, atinge 6.739 metros de altitude. Llullaillaco é a estratovolcano na beira de Argentina (Província de Salta) e O Chile. Encontra-se no Puna de Atacama, uma região de picos vulcânicos muito elevados em um platô elevado dentro do Deserto de Atacama, um dos lugares os mais secos no mundo. É o segundo mais elevado vulcão ativo no mundo.
Llullaillaco segue o teste padrão típico do vulcão de Puna de Atacama: é cercado por campos grandes dos restos, e tampado perpetualmente pela neve e por geleiras pequenas apesar das condições extremamente secas da região.




Yerupaja 6.635
Yerupaja é um pico da Cordilheira dos Andes localizado no Peru. É a segunda mais alta montanha do Peru, atingindo os 6.635 m de altitude.














Nevado Sajama 6.542
O Nevado Sajama é o monte mais alto da Bolívia, na Cordilheira dos Andes. É um estratovulcão extinto que forma um cone isolado. Localizado no Parque Nacional na região de Oruro, a noroeste do país. Apenas 20 km da fronteira com o Chile. É um solitário cone. Última vulcão erupção é desconhecida. No entanto, o mais ativo durante o Holoceno. Pertence à Cordilheira Ocidental.
O Nevado Sajama é um desafio para os alpinistas,
Faz muito tempo que era um vulcão, mas agora é considerado extinto nas suas saias encontram-se uma das maiores florestas do mundo.

Illimani 6.438
O Illimani é a montanha de cartão postal e plano de fundo da cidade de La Paz, e a maior altitude da Cordillera Real (lembrando que o cume mais alto da Bolívia é o Sajama, mas este se encontra na Cordillera Ocidental, a outra cadeia montanhosa alta da Bolívia).
O contraste entre a enorme cratera em que se encontra a cidade de La Paz e o extenso e branco Illimani é surpreendente, e fica difícil imaginar La Paz sem a gigantesca montanha ao olhar para o sudeste da cidade. As distâncias entre a capital boliviana e as alturas, entre a cultura urbana e a andina são mínimas, e em poucos lugares do mundo encontramos uma combinação como em La Paz. Os crepúsculos vespertinos é um espetáculo, enquanto a cidade começa escurecendo em toda sua extensão, o Illimani vai passando por diferentes tons de cores até extinguir-se todo colorido no branco pálido e eterno que são as neves e gelos do nevado (naturalmente, quando o alvorecer se aproxima o processo é inverso). É um vulcão extinto do tipo estratovulcão.

Coropuna 6.425
O Nevado Coropuna é um vulcão localizado na região andina de Arequipa, provincia de Castilla no Peru, sendo na verdade um complexo estratovulcânico composto por vários picos. Sendo o mais alto vulcão do país. Há fumarolas ativas na montanha.
Oficialmente, seu cume foi alcançado pela primeira vez em 1911 por Hiram Bingham, dos Estados Unidos da América, e seus acompanhantes (após a redescoberta da cidadela de Machu Picchu), mas se especula que os incas o hajam escalado anteriormente à conquista espanhola no século XIV com fins religiosos.


Illampu 6.421
É um pico da Cordilheira dos Andes localizado na Bolívia. É a montanha de seis mil metros mais difícil do país! Até então, somente uma expedição brasileira havia feito cume nela, foi com Waldemar Niclevicz e Irivan Burda em 2002. Mas em agosto de 2009 a trilhas e pontos foram adquiridos por Pedro Hauck com um Garmin 60 CSx. A estrada de Sorata a La Paz foi georeferenciada em Fevereiro de 2009. A trilha tem uma grande margem de erro e só foi marcada para estabelecer uma direção.


Estrada para Illampu


Ausangate 6.384
É um pico da Cordilheira dos Andes localizado no Peru. Ausangate é a montanha mais representativa dos Andes de Cusqueno. Está situada na cordilheira de Vilcanota e é uma das zonas mais difíceis de penetrar e isso é muito raro no Peru. Possui lagunas grandes com uma cor azul/esverdeada luminosa. Além disso, há arbustos de pedra, que tornam a área um paraíso moderno. Caminhar pela montanha de Ausangate é uma aventura indescritível e não é possível não se impressionar pela beleza enorme da neve permanente. Freqüentemente, você encontrará montanhas com altitude superior a 5000 metros e também pedras com línguas de gelo que se abaixam de forma magnífica formando lagunas de gelo. A rota de Ausangate é uma das mais atraentes de Cusco.

Vulcão Parinacota 6.362
O Vulcão Parinacota é um estratovulcão da Cordilheira dos Andes localizado na fronteira entre Bolívia e Chile. Foi formado no período do Pleistoceno, juntamente com seu vulcão irmão Pomerape, que formam o Nevados Payachatas. Técnicas recentes apontam a ultima erupção do vulcão por volta do ano 290AC ± 300 anos. Outra erupção estudada, aconteceu à 8000 anos, quando uma grande erupção produziu uma avalanche de 6km³, que deu origem ao Lago Chungará.


Chimborazo 6.310
Também um estratovulcão, situado na província
de Chimborazo no Equador e situado perto de Riobamba, a cerca de 180 km ao sul de Quito. É o pico mais alto dos Andes equatoriais, dominando uma região de 50 000 km² e apresentando uma base de 20 km de diâmetro. É o 17º monte de maior proeminência topográfica do mundo.
Até o início do século XIX, Chimborazo era considerado a mais alta montanha da Terra (a partir do nível do mar), e tal reputação levou a diversas tentativas de escalada. Em 1802, o naturalista alemão Alexander von Humboldt tentou escalá-lo, acompanhado por Aimé Bonpland e pelo equatoriano Carlos Montúfar, mas teve que abandonar a empreitada a 5875 m por causa da rarefação do ar. A essa altura, eles alcançaram a maior altitude confirmada jamais atingida por um ser humano. Assim, é ao britânico Edward Whymper e aos irmãos Louis e Jean-Antoine Carrel que cabe a honra, em 1880, de serem os primeiros a atingir o pico do Chimborazo. Diversas pessoas duvidaram de tal feito, e Whymper escalou o vulcão mais uma vez no mesmo ano em companhia dos equatorianos David Beltrán e Francisco Campaña. Sua última erupção data de mais de dez mil anos, sendo assim considerado extinto.


Salcantay 6.271
É um pico da Cordilheira dos Andes localizado no Peru. Este roteiro é indicado para aqueles que querem conhecer toda a história e cultura do Peru e também fazer uma aventura inesquecível. A Trilha Inca Salcantay, é uma alternativa para aqueles que desejam uma dose a mais de aventura numa trilha ainda não muito explorada, ou para aqueles que não conseguiram vaga na Trilha Inca Clássica na data desejada. As paisagens são bem variadas. Há selva, lagos e rios.

Mini fogareiro da GUEPARDO

Para quem gosta de estar em contato com a natureza, longe das grandes cidades não poderia ser diferente..A alimentação é sagrada e importantíssima para todo e qualquer ser vivo.
Os praticantes de atividades outdoor antes de planejar elaborar uma comida saborosa deve saber fazer a escolha correta de qual fogareiro irá utilizar.

Um conhecimento técnico sobre esta escolha é fundamental.

Desde a preparação da comida e até procedimentos de sobrevivência (como derreter neve) um fogareiro é fundamental para todo e qualquer campista.
Apesar de possuírem objetivos em comum(produzir fogo), os equipamentos conhecidos como fogareiros possuem diferenças bem distintas entre os modelos disponíveis.
Entre um modelo e outro o fator determinante para a sua escolha é : tipo de comida a ser preparada, local de uso e facilidade de manuseio.

Importante também lembrar que todos os fogareiros funcionam com substâncias poluentes e inflamáveis.

Fogareiro a gás butano
Modelo de fogareiro mais comercializado no mercado. Mini Fogareiro Guepado


Existem dois modelos existentes no mercado : botijão de rosca e botijão de furar.

Cartuchos de Gás à furar: Tem como desvantagem o fato de o combustível ser usado enquanto montado.
Após a desmontagem, o restante do gás é “perdido”.


Cartuchos de Gás de rosca: Permite a montagem e desmontagem do equipamento sem perda considerável  de combustível.
Possui bom rendimento de aquecimento.



Ambos, não devem ser usado em escaladas de alta montanha pois seu conteúdo congela em temperaturas baixas.
O mini fogareiro da GUEPARDO por ser bem compacto, e pela sua relação peso/volume o torna um  grande atrativo para campistas e praticantes de trekking.

MINI FOGAREIRO COMPACT

- Em aço inoxidável
- Compacto
- Com acendedor automático
- Consumo 216 g/h
- Tamanho: 67 x 67 x 102 mm
- Peso ± 0,168 kg


Avaliação 

  • Qualidade de Material : 5,0  ★★★★★
  • Acabamento : 4,5 ★★★★★
  • Design : 5,0 ★★★★★
  • Ergonomia : 4,5  ★★★★★
  • Facilidade de Limpeza : 5,0  ★★★★★
  • Relação Peso x volume : 5,0  ★★★★★
  • Relação custo x benefício : 4,5 ★★★★★

Nota final – 4.78 (No total de 5 pontos)



Climber Gás

- Cartucho de 230 gramas
- Gás 70 % iso-butano e 30% propano
- Cartucho de gás compatível com Fogareiro Compact
- Possui válvula automática de segurança que permite o engate e desengate sem vazamentos
- Tamanho: 11 cm x 8,5 cm
- Peso: 0,230 kg





Bastões de caminhada


Como utilizar um bastão de caminhadas, e por que optar pelo bastão de caminhadas?
Muita gente tem me perguntado qual a vantagem em utilizar o bastão de caminhadas. Muitos tem dúvidas se vale a pena ou não investir em um bastão para fazer uma caminhada longa ou mesmo um passeio mais curto em terreno plano ou acidentado.
Na verdade o bastão de caminhadas tem se tornado um equipamento obrigatório para muitos que praticam longas caminhadas, o trekking ou o hiking. E para quem ainda leva a mochila nas costas o bastão de caminhadas é um excelente equipamento.
Os bastões de caminhadas oferecem muitas vantagens ao caminhante:
  • Proporcionam melhor equilíbrio e rendimento durante a caminhada.
  • Diminuem o esforço nas subidas, reduzindo consideravelmente o stress nos joelhos e juntas.
  • Nas subidas o bastão transfere parte do esforço para os seus ombros, costas e braços, reduzindo o esforço  e a fadiga das pernas.
  • Ajudam a estabelecer um bom ritmo de caminhada.
  • Aumentam a segurança nos terrenos acidentados, cheios de pedras ou lisos demais. Em caso de torções no pé o bastão pode ser utilizado como apoio e pode livrar o caminhante de se ferir na caminhada.
  • Podem ser usados para verificar a estabilidade do terreno antes de  prosseguir e também para verificar a presença de cobras ou outros animais, dependendo do local onde esteja caminhando.
  • O uso do bastão de caminhadas, ao contrário do que parece, não diminui o gasto de energia pelo caminhante. Muitos especialistas garantem que de fato aumenta em até 20% este gasto, pois o caminhante é obrigado a movimentar todo o corpo, como braços e ombros.
  • São também muito recomendados principalmente para quem tem problemas nos joelhos ou tornozelos, em particular nas subidas e descidas de terrenos mais acidentados.  De acordo com estudos feitos sobre o assunto esta compressão pode ser reduzida em até 25%.
Tipos de bastões de caminhada
Ao escolher o bastão de caminhadas leve em conta as características de resistência dos materiais de fabricação e procure investir em um produto de boa qualidade, pois assim você poderá obter o máximo retorno de seu investimento.
Escolha sempre um par (2 peças), pois o rendimento será muito melhor ao utilizar dois bastões, um em cada mão.

Bastões Anti-choque
Este bastões possuem molas anti-choque em seu interior, proporcionando um amortecimento maior aos impactos. As molas podem também ser desativadas, por exemplo,  quando o caminhante estiver subindo um terreno. É mais recomendado para quem tem problemas de joelhos ou tornozelos.

Bastões Standard
Estes modelos não possuem as molas e por isto são mais leves e mais baratos. Podem ser encontrados bons modelos no mercado para satisfazer as necessidades de qualquer caminhante.
Bastões Retráteis
São bastões feitos em alumínio e que podem ser compactados em tamanho bem pequeno, para serem guardados. Funcionam com uma cordinha em seu interior que é puxada e tensionada para manter o bastão firme (O mesmo sistema das muletas retráteis). São muito leves e práticos, mas não podem ter o seu comprimento variado.
Tipos de material
Existem basicamente dois tipos de materiais mais utilizados para os bastões de caminhada:
Duralumínio: (Ou alumínio high-grade): É um material muito resistente e econômico. Os bastões feitos de duralumínio costumam  ser muito leves. Normalmente pesam aproximadamente 350 gramas. Uma das vantagens deste material é que o duralumínio pode até fletir diante de um stress muito elevado,  mas jamais se quebra completamente.


Fibra de Carbono: É um material muito leve e resistente e costuma pesar aproximadamente 310 gramas. São também modelos um pouco mais caros e muito indicados para situações mais extremas de caminhadas. Ao contrário dos modelos de duralumínio, os de fibra de carbono podem quebrar diante de situações de extrema tensão.


Grips
A grip é a extremidade onde o caminhante segura o bastão. Sempre possui uma alça de fixação para ser colocada em volta dos pulsos (Acolchoada). Sua função é a de dar melhor pegada e aliviar o stress nos pulsos, além de evitar que caiam acidentalmente da mão.


As grips podem ser de 3 tipos:

Cortiça: São muito confortáveis e aliviam muito o suor das mãos. Reduzem bastante as vibrações
Borracha: Absorvem bem ao choque e vibrações e permitem uma ótima pegada, especialmente quando se está subindo algum terreno. Por outro lado não fazem boa absorção do suor das mãos, mas os modelos modernos possuem ranhuras que minimizam este problema.
Espuma: É uma opção muito utilizada por ser um ótimo absorvente  do suor das mãos e muito macia ao tato.

Baskets e Ponteiras

As baskets são os acessórios acoplados nas ponteiras para limitar a penetração das mesmas em diversos tipos de solo. Há modelos para terrenos moles, lama ou neve. É um acessório importante e normalmente acompanha o bastão na sua versão original.



As ponteiras costumam ser de aço ou carbono e são importantes para uma boa penetração no terreno. Normalmente vem com protetores de borracha para as ponteiras, que protegem as mesmas durante o transporte. As proteções também evitam furar roupas ou outros objetos em sua bagagem quando o bastão não está em uso. Portanto lembre-se que a proteção de borracha tem somente estas funções e não deve ser mantida no bastão quando você estiver caminhando.



Como utilizar o bastão de caminhadas

Os bastões de caminhadas podem ser ajustados em sua altura, aproximadamente entre 66 e 135 cm de altura. Normalmente os bastões trazem marcações na haste para facilitar o ajuste das mesmas: Para fazer o ajuste deve-se torcer a junta da haste e soltar a mesma, colocando então a altura desejada. Ao voltar a torcer no sentido inverso as emendas são fixadas  e deixam o bastão bem firme.

Subindo um terreno: Diminua o comprimento das hastes em alguns centímetros para aumentar a capacidade de alavancagem do bastão.

Descendo um terreno: Aumente o comprimento das hastes em alguns centímetros para ter melhor controle e equilíbrio.

No terreno plano: Para o ajuste normal do comprimento do bastão  o seu braço deve ficar na horizontal quando o bastão estiver em sua mão e apoiado no chão.

Em terrenos inclinados: O bastão mais abaixo deve ser mais longo e o bastão que fica acima deve ser mais curto (Ou a pegada deve ser mais para baixo da grip).

Conclusões

Investir em um par de bastões de caminhadas poderá lhe trazer mais prazer, mas acima de tudo lhe proporcionar mais segurança e menos esforço ao caminhar. É um equipamento essencial para quem costuma fazer longas caminhadas em terrenos acidentados.

Se você estiver carregando uma mochila nas costas os bastões serão bons companheiros para aliviar o peso e evitar o stress. E para quem tem algum problema de joelhos ou tornozelo o bastão é sem dúvidas um ótimo amigo.

domingo, 29 de junho de 2014

Garrafa Térmica quente/frio Guepardo 1Lt

A Guepardo a marca de produtos para esportes de aventura que mais cresce no Brasil! , é um empresa 100% brasileira com destaque na área de soluções e inovações para atividades de aventura, seja na linha esportiva ou na linha militar. A garrafa térmica quente/frio 1Lt em inox é um dos produtos da Guepardo que temos no mercado nacional.
A Guepardo trouxe para o mercado a garrafa térmica  feita em aço inox com a capacidade de 1Lt. O diferencial de outros no mercado é que essas tem sua tampa que servem de caneca, Além disso vem com uma bolsa de couro sintético o que ajuda na hora de proteger ou guardar o líquido.
Os produtos são feitos aço inox evitando com que sua bebida venha a ter algum gosto ou cheiro estranho, A garrafa tem capacidade para 1Lt sendo quente ou frio, eu particularmente prefiro usar uma para líquidos frios e outra para quentes.

São muito práticas em situações de uso durante do dia no camping ou em outras atividades!
Estamos usando a garrafa há uns dois meses já, neste período ela nos acompanhou no dia a dia e segue como uma forte aliada na recuperação da minha esposa que passou por uma intervenção cirúrgica(fratura de  tíbia e fíbula, com colocação de 07 pinos e uma placa), mantendo a água gelada por 24hs evita que ela tenha que levantar-se para pegar água, com a garrafa sempre cheia e gelada por  um período de 24hs, evita esforço que possa trazer complicações. A boca larga facilita que a garrafa seja enchida na torneira, no filtro de parede, bebedouro ou mesmo a partir de uma garrafa da sua geladeira.

Avaliação

Produto: garrafa térmica inox GUEPARDO 1lt
Uso: dia a dia, viagens, trilhas curtas/longas e passeios 
Ponto positivos: resistente, fácil de encher e transportar, não deixa gosto na água, conserva a temperatura por 24hs
Pontos negativos:Não constatado até o momento.
Site da marca : http://www.guepardo.net/web/

Avaliação 

  • Qualidade de Material : 5,0  ★★★★★
  • Acabamento : 4,5 ★★★★★
  • Design : 5,0 ★★★★★
  • Ergonomia : 4,5  ★★★★★
  • Facilidade de Limpeza : 5,0  ★★★★★
  • Relação Peso x volume : 5,0  ★★★★★
  • Relação custo x benefício : 4,5 ★★★★★

Nota final – 4.78 (No total de 5 pontos)

 Garrafa Térmica Quente ou Frio Vacuum Aço Inox 350 Ml c/ Bolsa - Magazine Legal































Descrição
Garrafa térmica feita em aço inox. Sistema térmico a vácuo, com duas paredes. Tampa que serve como caneca. Sistema de abertura do bico por botão (é só apertar para abrir e fechar). Capacidade de 1 litro. Altura: 32,2 cm. Serve para bebidas geladas ou quentes. Peso: 510 gramas.

Para quem conhece, essa garrafa tem o mesmo padrão do modelo similar da MSR, só que com um preço muito mais atrativo.

Garantia de 1 ano contra defeito de fabricação.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Meiduzmato e GUEPARDO


Meiduzmato firma parceria com a Guepardo, empresa que em poucos anos no mercado já se destaca entre as principais marcas de produtos para camping, lazer e esportes de aventura no Brasil.
Para o ano de 2015, e até mesmo para o resto de ano de 2014 será muito promissor no que se refere a  viagens, campings, trilhas, trekkings e atividades ao ar livre no geral.
Por isso tenho o orgulho de anunciar que a marca de equipamentos para trekking, camping e atividades Outdoor “Guepardo” firmou parceria com o blog MEIDUZMATO".
Isso resultará em avaliações de vários produtos gentilmente cedidos para utilizarmos em viagens, trekking ,camping e travessias e testar os novos produtos.
Em breve  na sessão de vídeos de avaliações de equipamentos os produtos da marca Guepardo.
Todas as parcerias feitas/conquistadas pelo Blog MEIDUZMATO não visa o ganho de dinheiro, e sim promover, orientar e indicar produtos de qualidade com um bom custo/beneficio a quem se interessar e que esteja ingressando no mundo OutDoor, ou esteja procurando bons equipamentos.
Trazendo qualidade, praticidade e preços baixos, a Guepardo oferece o melhor custo-benefício aos seus consumidores sem sombra de dúvidas, buscando atender as mais exigentes necessidades. A Guepardo vem obtendo a cada dia que se passa uma forte presença nas redes sociais, e o melhor disso é que demonstra um estreito relacionamento com seus amigos,clientes e consumidores.
Sempre ligada à preservação e respeito ao meio ambiente, a Guepardo incentiva o consumo de produtos que não agridem o meio ambiente, tanto na sua fabricação quanto na sua utilização. Seus produtos possuem o selo “Amigo da Natureza” que indica que o produto é livre de gases nocivos ao meio ambiente Ex:(lanternas com led) e energia limpa (produtos que utilizam energia solar).
A responsabilidade ambiental é algo que está presente na logística da empresa, desde a escolha da matéria prima até a distribuição dos produtos, incentivando ainda, a prática de esportes ao ar livre em pleno contato com a natureza.
Há algum tempo já utilizávamos produtos da Guepardo em nossas trilhas e campings. Em breve teremos reviews detalhados no blog. Aguardem!





Visite o site da Guepardo e conheça mais a empresa e os seus produtos: www.guepardo.net

terça-feira, 8 de abril de 2014

Como se escala o Everest?

Com muita paciência! A subida rumo ao cume pode levar semanas, pois os alpinistas fazem escalas em vários trechos da montanha para se adaptar à altitude. E, além da paciência, também é preciso ter muita grana. Cada alpinista precisa desembolsar entre 40 mil e 60 mil dólares para escalar o Everest. Parte desse dinheiro fica com os governos da China e do Nepal, que cobram pedágios de até 10 mil dólares de cada pessoa que pretende chegar ao cume mais alto do mundo. Desde 1953, mais de 2 mil pessoas já conseguiram realizar essa façanha. E põe façanha nisso! O frio no alto da montanha pode chegar a 70 ºC negativos e o ar rarefeito deixa o corpo em pane: os músculos perdem força, o cérebro não soma 2 mais 2 e o pulmão corre o perigo de sofrer um edema. Mais de 200 pessoas já pagaram a aventura com a própria vida...

O céu é o limite Saiba como é a escalada pela rota sul, a mais usada!!!
 
10. Os alpinistas costumam iniciar o ataque ao cume à noite. Partindo do acampamento 4, eles levam 12 horas para subir até lá. É preciso estar no cume por volta do meio-dia para dar tempo de voltar ao acampamento 4 ainda de dia. Só dá para apreciar a vista por alguns minutos.....


9. A Cornice Traverse termina no Degrau de Hillary, uma escadaria vertical de 12 m, escalada com cordas. O trecho é tão estreito que só passa uma pessoa por vez. A falta de oxigênio e o cansaço fazem com que muitos desistam aqui, a 50 m do cume!

8. Para chegar ao cume, há ainda dois obstáculos. O primeiro é a Cornice Traverse. São só 120 m de caminhada, mas você segue numa trilha estreita, exposta ao vento e com abismo dos dois lados! Qualquer erro pode ser fatal!

7. O último acampamento é o 4, montado um pouco abaixo da chamada zona da morte. É que, a partir dos 8 mil m, o alpinista tem tempo contado para alcançar o cume e voltar à zona de segurança antes que seu corpo entre em colapso e ele morra

6. O desafio entre os acampamentos 3 e 4 são os paredões Yellow Band e Geneva Spur. São trechos em rochas sem gelo. Nesta área, os alpinistas também começam a sentir necessidade de usar tubos de oxigênio por causa da altitude acima dos 7 mil metros.

5. Devido à inclinação do Everest, quem escala pela rota sul desvia pelo Lhotse, a quarta maior montanha do mundo, no trecho entre os acampamentos 2 e 3. Mas o atalho não é fácil: trata-se de um paredão de gelo com inclinação de até 80 graus em alguns pontos!

4. No caminho até o acampamento 2, os alpinistas passam pelo vale glacial Western Cwm. É uma caminhada sem grandes desafios técnicos, mas a falta de vento e a exposição direta ao Sol levam os alpinistas ao desespero devido ao calor. Eles rezam para uma nuvem tapar o Sol...

3. Com cordas e escadas já montadas no caminho, o trajeto até o acampamento 1 dura seis horas. Aqui, a 6 100 m, os alpinistas passam mais uns dias se aclimatando à nova altitude. Nos demais acampamentos, sempre entre dois trechos difíceis da escalada, essa rotina se repete

2. Entre o acampamento-base e o acampamento 1 já há um primeiro grande desafio. O trecho chamado Cascata de Gelo Khumbu é um grande e instável labirinto de blocos de gelo, com fendas entre eles. Para atravessá-las, escadas são improvisadas como pontes

1. O acampamento-base, de onde saem as expedições, fica numa altitude de 5 400 m. Os alpinistas passam uns dez dias lá se habituando ao ar com 50% menos oxigênio que ao nível do mar. Nesses dias, eles treinam pequenas escaladas na região

Do topo ao túmulo Confira a evolução das escaladas bem-sucedidas e das mortes no Everest.
 
Período - 1922 - 1952
Sucesso - 0 pessoas
Mortes - 13 pessoas

Período - 1953 - 1960
Sucesso - 6 pessoas
Mortes - 0 pessoas

Período - 1960 - 1970
Sucesso - 18 pessoas
Mortes - 6 pessoas

Período - 1970 - 1980
Sucesso - 78 pessoas
Mortes - 28 pessoas

Período - 1980 - 1990
Sucesso - 183 pessoas
Mortes - 59 pessoas

Período - 1990 - 2000
Sucesso - 883 pessoas
Mortes - 59 pessoas

Período - 2000 - 2006
Sucesso - 1 081 pessoas
Mortes - 37 pessoas

Kit alpinista Botas duplas e até escada fazem parte do equipamento usado
 
Botas + grampões São usadas duas botas: uma de trekking e outra de tecido isotérmico por dentro. Os grampões são encaixados sob a bota nos trechos de neve dura ou gelo
Escadas
Servem para atravessar fendas. Dependendo do tamanho do desafio, podem ser amarradas umas às outras
Garrafas de oxigênio
Imprescindíveis acima dos 7 500 m, garantem que o corpo receba um nível ideal de oxigênio
Piolet (martelo)
É a principal ferramenta para escalada em montanhas geladas. Fixado com golpes firmes no gelo, sustenta o corpo do alpinista e serve para cavar
Cordas e grampos
As cordas salvam a vida no caso de queda, e os grampos fixam as cordas nas rochas ou no gelo

Checklist:

 TRONCO:
- Segunda pele/Base layer leve: US$30
- Segunda pele/Base layer Polartec®: US$45
- Jaqueta de Polartec® ou “fleece”: US$149
- Jaqueta de duvet (pluma de ganso): US$259
- Anorak impermeável: US$350

PERNAS
- Segunda pele/Base layer leve: US$28
- Segunda pele/Base layer Polartec®: US$40
- Calça de fleece ou Polartec®: US$75
- Calça impermeável*: US$95
- Polainas de neve: US$70
*Algumas optam por calça de snowboard ou modelos com suspensórios (salopetes), vai da preferência de cada um.

CABEÇA
- Balaclava: US$30
- Goggles de neve fator 4: US$115
- Oculos de neve fator 4: US$129
- Gorro de Polartec® ou similar: US$25
- Gorro/bandana do tipo Buff: US$15

Aqui fica uma opinião minha. Particularmente prefiro o conjunto balaclava+goggles por ser muito mais confortável e por proteger 100% do rosto e pescoço da radiação solar, caso prefira um conjunto mais leve e opte pelo óculos, considere o protetor solar (FPS 60!) o seu melhor amigo! A bandana tipo Buff também é muito versátil na cidade e na montanha, vale o investimento.
Obs: tenha sempre um óculos de Sol reserva!

PÉS
- Meias gossas de merino (Smartwool, Fox River, Lorpen) para alta montanha : US$35 o par.
- Meias intermediárias para trekking e aproximação: US$22 o par.
- Meias liner (base layer): US$10 o par.
- Bota de trekking impermeável (Asolo, Scarpa, Vasque, Salomon): US$235
- Bota dupla ou bota de couro para alta montanha (Asolo, Koflach, Scarpa, La Esportiva): US$390

MÃOS
- Par de luvas “liner” ou segunda pele: US$28
- Par de luvas Windstopper®, Polartec® ou fleece: US$52
- Par de luvas impermeáveis ou de Goretex®: US$90
- Par de luvas mitten, (shell) : US$115

A  lista é extensa, mas estas roupas podem ser adquiridas aos poucos e algumas até mesmo alugadas no país destino. Para algumas montanhas menos frias, e abaixo dos 6.000m podemos excluir ou ajustar alguns desses itens, mas convém consultar um especialista. Procure adquirir principalmente boas luvas, meias e calçados apropriados. As extremidades das mão e pés são as partes mais vulneráveis em baixas altitudes.

Agora que ja falamos de vestimentas, vamos aos custos de outros equipamentos essenciais:

EQUIPAMENTOS:
- Barraca pequena 4 estações: US$550
- Bastões de trekking (par): US$80
- Cadeirinha de escalada (harness): US$90
- Corda de escalada (60m): US$229
- Cordeletes (10 metros 6mm): US$10
- Canivete multiuso: US$39
- Capacete: US$72
- Comida liofilizada: indefinido
- Conjunto de costuras de escalada: US$94
- Crampons: US$149
- Estacas de neve (2 un.): US$48
- Fita expressa de escalada ou 2 metros de fita tubular. US$10
- Fogareiro MSR: US$149
- Freio ATC: US$30
- Headlamp: US$75
- Isolante térmico (eva/espuma): US$29
- Isolante térmico inflável: US$60
- Mochila Cargueira (70l): US$219
- Mochila de ataque (30l): US$120
- Mochila marinheira (100l): US$100
- Mosquetões sem trava (4un.): US$80
- Mosquetões com trava (2un.): US$60
- Panelas e talheres de camping: US$46
- Parafusos de gelo (jogo): US$160
- Porta Parafusos – US$30
- Piolet de marcha: US$180
- Proteções plásticas para ponta de piolet US$12
- Piolet técnico* (o par, caso necessário): US$560
- Saco de dormir de duvet: US$479

Enfim, estes são equipamentos essenciais. Ainda poderiamos inserir nessa lista diversos outros itens como equipamento de GPS, pilhas, silver tape, daisy-chain, primeiros-socorros, garrafa térmica,  hand warmers e outros mais. Como mencionei acima, cada montanha é única e em algumas delas o uso de crampons e piolets por exemplo é desnecessário. É preciso pesquisar bastante e se planejar antes de seguir viagem.
Outra possibilidade muito comum é contratar a estrutura de acampamento base com uma agência local, isso exclui a sua necessidade de providenciar utensílios de camping e alimentação por exemplo. Em algumas montanhas mais populares como o Aconcagua esta opção é viável, já em outras como o McKinley no Alasca, esta “terceirização” não é possível.

Para escalar o Everest por exemplo, um montanhista pode chegar a desembolsar valores entre US$50.000 (da forma mais básica possível) até US$120.000 (!) entre passagens, permissos, logística, sherpas e equipamentos.