Filme vencedor da 12 Mostra Internacional de Filmes de Montanha..."No
Ropes, No Bolts" mostra os psicoblocs de Mallorca na Espanha e Escalada
em móvel na Inglaterra com os escaladores Flavia Dos Anjos, Lucas Marques, Eneko Pou e Felipe Dallorto.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sergio Tartari escala o Fitz Roy duas vezes aos 50 anos
Flavio Daflon

Nova via no Fitz Roy
É com muito prazer que informamos que Sergio Tartari trouxe a excelente notícia de que este grande escalador brasileiro conseguiu a façanha de fazer topo no monte Fitz Roy duas vezes num mesmo mês, justamente no ano em que completará 50 anos. Parabéns equipe! E vida longa Serginho.
Flavio Daflon

Nova via no Fitz Roy
Flavio Daflon

Nova via no Fitz Roy
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Ranking traz albergues da juventude mais bem avaliados por viajantes
Conheça os dez primeiros do Brasil na lista da Hostelling International 2012.
Maioria fica no Nordeste; alguns oferecem piscina, rede e ar condicionado.
Hostel Jeri Brasil, em Jericoacoara (Foto: Divulgação)
A Federação Brasileira dos Albergues da Juventude (FBAJ) divulgou nesta
segunda-feira (14) um ranking com os dez hostels mais bem avaliados do
país.A pesquisa foi feita com base na avaliação de viajantes brasileiros e estrangeiros e leva em conta apenas os albergues filiados à rede mundial HI (Hostelling International), representada pela FBAJ no Brasil.
No total, são cerca de cem albergues no país, que precisam atender a uma série de requisitos para se filiarem à entidade mundial.
Os quesitos avaliados foram Gentileza da Equipe, Qualidade do Serviço, Conforto, Limpeza, Segurança e Localização.
Na lista dos albergues que receberam maior pontuação, sete ficam no Nordeste: um no Ceará (o 1° lugar), quatro na Bahia e dois no Rio Grande do Norte.
Além dos hostels nordestinos, entraram na lista um estabelecimento de Ubatuba (SP), um de Florianópolis (SC) e outro de Curitiba (PR).
Hostel Arraial D' Ajuda, na BA, que ficou em quinto lugar (Foto: Divulgação)
Conheça abaixo os dez primeiros colocados do ranking:
Jeri Brasil (Foto: Divulgação)
1° - Jeri Brasil Hostel (Jericoacoara, CE)Criado há quatro anos, o hostel lidera o ranking pela primeira vez (no ano passado, foi o quarto mais bem avaliado). A 100 metros da praia, oferece internet sem fio, restaurante, lavanderia e passeios na região. Além de quartos coletivos (para seis pessoas), há opções para casais e famílias. Alguns têm ar condicionado. Site: www.jeribrasil.com.br
Pipa Hostel (Foto: Divulgação)
2° - Pipa Hostel (Praia de Pipa, RN)O hostel na famosa praia do Rio Grande do Norte tem piscina, churrasqueira, sala de TV, mesa de bilhar e uma pequena biblioteca. Há opções de quartos coletivos, para casais e famílias. Alguns deles têm ar condicionado, frigobar e varanda com rede, e o wi-fi é gratuito. Site: www.pipahostel.com.br
Tribo Hostel (Foto: Divulgação)
3° - Tribo Hostel (Ubatuba, SP)Localizado na praia do Lázaro, tem piscina, churrasqueira, sala de estar e cozinha. O café da manhã é completo, com frutas, pães, bolo, frios, suco, leite puro e achocolatado, café e chá. Oferece jogos e raquetes de frescobol para os hóspedes e tem serviço de aluguel de bicicletas. Site: www.ubatubahostel.com
Chapada(Foto: Divulgação)
4° - Hostel Chapada (Lençóis, BA)Localizado em um casarão histórico construído em 1870 no centro da cidade, o hostel oferece quartos coletivos masculinos ou femininos, além de opções para casais e famílias. Tem um quintal com árvores frutíferas, churrasqueira e redes. Site: www.hostelchapada.com.br
Arraial D'Ajuda (Foto: Divulgação)
5° - Arraial D’Ajuda Hostel (Arraial D’Ajuda, BA)O hostel, que fica no centro da cidade e a 400 m da praia, tem piscina com hidromassagem, área verde, lanchonete, sala de jogos, internet e TV. Os apartamentos têm ar condicionado, frigobar, varanda com rede e vista para a piscina. Site: www.arraialdaajudahostel.com.br
Lua Cheia (Foto: Divulgação)
6° - Lua Cheia Hostel (Natal, RN)O hostel que é literalmente um castelo – dica dentro de uma construção imitando um castelo medieval – é um dos mais conhecidos do país. Localizado no bairro de Ponta Negra, ele tem uma taberna medieval e organiza uma ampla programação de entretenimento para os hóspedes, que inclui passeios, rodas de samba e bailes de máscaras. O café da manhã é ao som de canto gregoriano e ópera. Site: www.luacheia.com.br
Barra da Lagoa(Foto: Divulgação)
7º - Barra da Lagoa Hostel (Florianópolis, SC)Localizado em meio a uma pequena comunidade de pescadores, a 150 metros da praia, tem refeitório e quartos coletivos e para casais, com ventilador e aquecimento solar. Site: www.alberguesfloripa.com.br
Praia do Forte (Foto: Divulgação)
8º - Praia do Forte Hostel (Mata de São João, BA)Tem 23 apartamentos, sete deles coletivos. Os privativos, mais novos, são amplos e têm ar condicionado.O refeitório fica de frente para um jardim interno. Site: www.albergue.com.br
Eco Hostel (Foto: Divulgação)
9º - Curitiba Eco Hostel (Curitiba, PR)Situado em uma área verde de 7 km² com árvores nativas e um curso d’água, o albergue ecologicamente correto possui piscina, redes e quartos com banheiros. Além do café da manhã, há opção de almoço e jantar com comida caseira. Site: www.curitibaecohostel.com.br
Itacaré Hostel (Foto: Divulgação)
10º- Itacaré Hostel (Itacaré, BA)Localizado em uma casa colonial na rua principal de Itacaré, o hostel tem sala com TV, DVD, jogos, filmes e computadores com internet e área para fumantes. Algumas de suas 19 suítes têm ar condicionado e vista para o mar. Site: www.itacarehostel.com.br
Fonte: G1
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Mosquetões “Made in China” trazem grande perigo a escaladores
Foi denunciado na Europa que produtos chineses, não certificados pelo UIAA e que ainda possuem um logotipo muito similar ao da comunidade européia.
![CE_marks[1]](http://blogdescalada.com/wp-content/uploads/2013/01/CE_marks1-300x123.jpg)
![UIAA[1]](http://blogdescalada.com/wp-content/uploads/2013/01/UIAA1-206x300.jpg)
Todo e qualquer equipamento de segurança em escalada DEVE possuir o selo da UIAA.
Não há exceções.
Porém alguns produtores de materiais de ferro chineses andam “exportando” estes mesmos produtos para a Europa, na esperança de que algum escalador mais distraído compre o produto.
Estima-se que algumas academias, européias ou não, que usam produtos “não-UIAA” como forma de diminuir custos.
Na sua maioria são usadas em vias de top-rope.
Os produtos chineses também não seguem a convenção de que deve se escrever no corpo de qualquer mosquetão : “not for climbing”
Desnecessário lembrar mas caso o produto falhe muito provavelmente haverá acidentes graves.
Para provar a baixa qualidade dos produtos como mosquetões e fitas, a revista espanhola Denivel promoveu uma bateria de testes com estes produtos em laboratório.
Os resultados não poderiam ser piores : não houve nenhum amostra que passou nos requesitos básicos.
Tanto de resistência quanto de desgaste.
Para saber mais sobre os testes veja em (texto em ESPANHOL) : http://desnivel.com/escalada-roca/el-riesgo-de-los-mosquetones-de-ferreteria-marcado-ce-chino-y-las-cintas-fijas
sábado, 8 de dezembro de 2012
COMUNICADO DA FEMERJ SOBRE O ACIDENTE NO CEPI
A Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ) vem
pelo presente apresentar algumas informações relacionadas ao acidente
fatal que ocorreu no dia 2 de dezembro de 2012, na via denominada CEPI,
situada na face oeste do morro do Pão de Açúcar, que vitimou o escalador
Bruno Mendes da Silva.
A Via CEPI foi conquistada em 1952,
quando as vias eram predominantemente equipadas com cabo de aço: as
“vias ferrata”. As aberturas de vias ferratas eram comum até década de
60, quando os equipamentos disponíveis limitavam a escalada livre às
fendas mais largas e chaminés. Desta forma, as vias em cabo de aço eram a
opção para os paredões rochosos. Com o desenvolvimento dos equipamentos
e da técnica de escalada em livre sobre a rocha, as conquistas em cabo
de aço vão sendo abandonadas e as vias ferratas começaram a ser
substituídas já na década de 60. A via CEPI segue um trajeto de cerca de
220m de extensão, tendo sido a terceira via conquistada que dá acesso
ao cume do Pão de Açúcar, e acumula a maior quantidade de acidentes em
vias de escalada deste morro. O primeiro acidente foi registrado ainda
em 1952, com dois óbitos.
A menor exigência técnica de uma via
ferrata acaba atraindo outro perfil de frequentadores para a via CEPI,
propiciando a ascensão de pessoas muitas vezes sem experiência e/ou
equipamento adequado que se aventuravam por essa via, aproveitando-se da
falsa sensação de segurança que o cabo proporciona, essa situação
acabou levando a ocorrência de acidentes fatais. Esta situação motivou,
no final da década de 90, a substituição dos primeiros sete metros do
cabo de aço por um artificial fixo, obrigando, assim, o uso de
equipamento de segurança e conhecimento técnico por aqueles que subissem
por esta via. Essa ação fez com que os acidentes diminuíssem
drasticamente, não havendo registro de acidentes fatais até o último
domingo.
Assim como qualquer via de escalada, o CEPI (“via
ferrata”) também exige uma manutenção constante – manutenção esta
realizada pela comunidade de escaladores, assim como em outras partes do
mundo. A última manutenção do CEPI que se tem registro foi em 2011 e,
previamente, em 2009, quando foi trocado o segmento de cabo de aço dos
últimos trechos, incluindo o trecho horizontal do último esticão.
Com o intuito de entender o que aconteceu e poder prevenir próximos
acidentes similares, a FEMERJ está analisando os fatos ocorridos, e as
melhores informações disponíveis até o momento são relatadas abaixo.
O acidente que culminou com o falecimento do escalador Bruno Mendes da
Silva ocorreu entre as 13:00 e 14:00hs do dia 2 de dezembro de 2012.
Bruno havia escalado com Andrea Pereira a via dos Italianos, também na
face oeste do Pão de Açúcar, e continuado pelo cabo de aço da via CEPI
com a intenção de chegar ao cume da montanha. Pelo que foi relatado por
conhecidos dos escaladores, ambos possuíam treinamento em escalada e
conhecimento de seus procedimentos básicos de segurança. Quando faltavam
menos de 50 metros para o final da escalada, o cabo de aço que Bruno
estava escalando sofreu uma ruptura, e ele caiu todo o comprimento da
corda, cerca de 70 metros (comprimento ainda não confirmado).
No próprio dia 2 de dezembro, uma equipe da FEMERJ composta por dois
guias da Associação de Guias, Instrutores e Profissionais de Escalada do
Estado do Rio de Janeiro (AGUIPERJ), fez uma inspeção no local e
constatou que houve de fato uma ruptura do cabo de aço da via CEPI, no
início da última horizontal, a menos de 50 metros do cume. Neste trecho,
o cabo é mais fino e estava coberto com uma mangueira plástica, sendo
que a última manutenção ali foi realizada em outubro de 2009.
Segundo relato de Andrea Pereira, ela estava em um grampo abaixo do
início da horizontal do cabo de aço. Bruno escalou esse trecho, se
utilizando do cabo de aço e sem costurar nenhum grampo, nem o direcional
na parada, com a segurança montada com um freio ATC. Apesar de um
gri-gri ter sido utilizado como método de segurança na via dos
Italianos, no CEPI, Bruno havia solicitado Andrea para utilizar o ATC
para que agilizasse a segurança. Ao chegar no trecho em horizontal,
entre 4 a 6 metros acima de Andrea, o cabo de aço se rompeu e Bruno
caiu, em fator dois. Cabe ressaltar que, segundo relatos, Bruno pesava
pelo menos 90 kg e a corda utilizada era nova, sendo que era a 2a vez
que estava sendo utilizada. O freio – ATC – que estava no baudrier de
Andrea se deslocou para baixo, seguindo o trajeto da queda. Com o
movimento e o impacto da queda de fator dois, a corda correu no ATC,
queimando a mão de Andrea. Bruno, então, caiu o comprimento total da
corda.
No dia 05/12, dois escaladores, sendo um representante
da FEMERJ, deram apoio à vistoria de perícia da Polícia Civil no local
do acidente, quando foi retirado o trecho do cabo onde houve a ruptura
para análise e foi realizada a interdição formal do CEPI, ambos pela
própria Polícia. Foi colocado, também pela Polícia, um aviso na base da
via sobre a interdição.
A FEMERJ solicita que não se escale a
via CEPI até a liberação da mesma pela polícia. Após a liberação,
recomendamos que se redobre a atenção para a avaliação do cabo, conforme
os alertas existentes desde 2009 sobre o assunto no site oficial da
federação (http://femerj.org/noticias/noticias/183-femerj-fixa-placas-de-alerta-na-via-cepi-e-na-face-norte-do-morro-da-urca)
e que se utilize procedimentos de escalada em livre para segurança
nesta escalada, costurando a corda. Lembramos que cabe a cada escalador
avaliar o estado das proteções fixas (chapeletas, grampos, cabos de aço,
etc.) ao escalar, bem como realizar treinamentos constantes de
segurança.
A FEMERJ continuará acompanhando o desdobramento dos
acontecimentos e, como usualmente, se encontra a disposição para
qualquer esclarecimento a respeito das práticas do montanhismo.
Destacamos que a segurança em escalada é ditada, largamente, pela
formação do escalador e sua experiência. Porém, ressalta-se que todos,
independente da formação e experiência, estão sujeitos a acidentes, pois
a escalada em rocha é uma atividade com riscos inerentes e pode
ocasionar lesões, incluindo a morte. Seus participantes devem ter
conhecimento dos riscos envolvidos, minimizá-los e, por fim, aceitá-los,
sendo responsáveis por suas próprias escolhas, ações, decisões e,
consequentemente, sua segurança.
Lembramos que cada escalador e
montanhista deve ser responsável por escolher seus próprios desafios e
seu nível de comprometimento de acordo com sua experiência e capacidade
técnica, tornando-se responsável por sua própria segurança. Esse é um
dos princípios mais intrínsecos ao montanhismo e está declarado no
documento Princípios e Valores do Montanhismo Brasileiro (CBME, 2012,
que pode ser visualizado e baixado de: http://femerj.org/sobre-a-femerj/nosso-posicionamento/principios-e-valores-do-montanhismo-brasileiro.
Concluímos enviando nossas condolências e pesares à família de Bruno
Mendes da Silva e se solidarizando com a dor de Andrea Pereira nesse
momento tão difícil.
FEMERJ fixa placas de alerta na via CEPI e na face norte do Morro da Urca
www.femerj.org
A FEMERJ fixou placas em alguns locais do Monumento Natural da Urca
para alertar os montanhistas sobre alguns problemas que surgiram.
FEMERJ fixa placas de alerta na via CEPI e na face norte do Morro da Urca

A FEMERJ fixou placas em alguns locais do Monumento Natural da Urca para alertar os montanhistas sobre alguns problemas que surgiram.
Uma
das placas foi fixada na primeira proteção da via CEPI. Algumas partes
de seu cabo de aço estavam em péssimo estado de conservação. Um dos
cabos (o da última horizontal) foi trocado em meados de outubro pela
Unicerj, clube que faz atualmente a manutenção desta via. Foi também
colocado um outro cabo com uma proteção de borracha. Ainda é necessária
a troca de mais uma parte. Enquanto isso, fica no local o aviso sobre a
condição da via. A FEMERJ não aconselha a escalada na via CEPI até que
toda a manutenção tenha sido realizada.
Na
face norte do Morro da Urca foi colocada uma placa avisando sobre a
laca que está com uma grande probabilidade de queda. Não é recomendável
escalar na área onde estão as vias Êrve Muniz, Estranho Prazer,
Antônio Callado,Yuri Gagarin e Mané Garrincha. A Federação segue a
orientação do géologo Luiz José Brandão, da Geo Rio, que esteve no
local em agosto, acompanhado de Waldecy Lucena, vice presidente da
FEMERJ e coordenador do SOS Urca. “Optei por colocar a placa em uma
árvore porque os grampos de todas as vias estão muito altos,
dificultando a visibilidade de quem for escalar”, contou Waldecy.
Este
alerta sobre a laca foi dado inicialmente por Antônio Paulo Faria,
géografo, especializado em geomorfologia, e montanhista, em uma
mensagem na lista da Federação. Ele esteve no local e verificou que a
placa estava solta, tinha aproximadamente 24 m², e pesava em torno de
cinco toneladas. “A placa em si está soltinha, pode cair a qualquer
momento. Quem vem de cima, rapelando, não enxerga o perigo, mas há
microfissuras e lacas quebradas no topo da placa”, explicou Antônio
Paulo.
Acima, as placas feitas por Pedro Bugim, diretor técnico da FEMERJ.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Sapatilhas de Escalada
Os primórdios
Os calçados de escalada em rocha como conhecemos hoje são relativamente recentes. Nos anos 50 que o francês Pierre Allain projetou botas específicas para a escalada esportiva, que nessa época estava começando a se desenvolver nos blocos de arenito de Fountain Bleu, um parque próximo à Paris. Esse novo “brinquedo” ganhou popularidade com rapidez, e dele descendem todos os calçados para escalada em rocha que dispomos hoje em dia.
Os calçados de escalada em rocha como conhecemos hoje são relativamente recentes. Nos anos 50 que o francês Pierre Allain projetou botas específicas para a escalada esportiva, que nessa época estava começando a se desenvolver nos blocos de arenito de Fountain Bleu, um parque próximo à Paris. Esse novo “brinquedo” ganhou popularidade com rapidez, e dele descendem todos os calçados para escalada em rocha que dispomos hoje em dia.
O desenvolvimento atual
As sapatilhas de escalada evoluíram muito.
Hoje em dia temos mais de 50 fabricantes conhecidos internacionalmente, e grande parte deles investem percentuais
consideráveis do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. As pesquisas atacam
basicamente duas frentes:
- · Uma é relativa aos materiais
- · Outra relativa ao design.
As sapatilhas são flexíveis, geralmente com
sola fina, e caem no gosto dos escaladores por serem mais rápido de calçar e
tirar. Deve ser bem justa para possuir uma sensibilidade super boa.
O tamanho da sapatilha no pé gera
controvérsias. Grande parte dos escaladores aconselha que ela seja o mais justa
que se suporta, e as pessoas (inclusive vendedores) tendem ao exagero e compram
calçados demasiadamente apertados. Trata-se de um erro, e na decisão de o
quanto justa uma sapatilha deve ser deve-se considerar uma série de aspectos. A
idéia é que a sapatilha seja justa e não fonte de dor.
Mas o sentimento de aperto na verdade é apenas
uma sensação de desconforto de quem está acostumado a usar sapatos com espaço
sobrando para caminhadas.
Quanto mais apertado mais precisão. Isto é
fato.
Em resumo para não me alongar, sapatilhas de
escalada é apertada mesmo. Para caminhar, dançar, passear pela falésia,
shopping e praia, use outro tipo de calçado.
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